Política Nacional

Laércio defende integrantes com formação contábil entre os dirigentes da CVM

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Em discurso no Plenário nesta quarta-feira (10), o senador Laércio Oliveira (PP-SE) afirmou que a escolha dos novos dirigentes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deve refletir a “pluralidade” de competências técnicas, incluindo, por exemplo, representantes com formação contábil. 

— A pluralidade não é adorno; é condição para decisões sólidas, equilibradas e aliadas às melhores práticas internacionais — afirmou ele ao reiterar a importância de que haja integrantes com formação contábil entre os dirigentes da CVM.

Vice-presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), Laércio destacou que a Casa acompanhará atentamente o processo de indicação dos novos nomes para a CVM, que atualmente aguarda o preenchimento de duas vagas. Segundo ele, o momento é decisivo para consolidar uma regulação eficiente e confiável do setor, capaz de atrair investimentos e fortalecer as instituições brasileiras.

Laércio sugeriu que, para escolher os indicados à CVM, o governo federal amplie o diálogo com o setor produtivo e entidades profissionais como o Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Lei reconhece município paranaense como Capital Nacional da Louça

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O município de Campo Largo, no Paraná, passou a ser reconhecido oficialmente como a Capital Nacional da Louça. O título foi concedido pela Lei 15.453/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada na quinta-feira (2) no Diário Oficial da União.

A norma teve origem no Projeto de Lei 2896/24, do deputado Paulo Litro (União-PR), aprovado na Câmara em setembro do ano passado. Ele afirma que o município é o principal polo brasileiro de produção de louças profissionais. E lembra que a cidade Campo Largo já havia sido declarada, em lei estadual de 2010, como a Capital da Louça e Porcelana de Mesa e da Cerâmica do Paraná.

No Senado, a proposta foi aprovada em junho.

Paulo Litro citou informação do Sindilouças segundo a qual Campo Largo atende 75% da demanda nacional de louça profissional e gera mais de 3.500 empregos diretos e indiretos, sendo importante e fundamental polo do setor no Paraná. O município produz 36 milhões de peças de porcelana e cerâmicas por ano.

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Os parlamentares que apoiaram a proposta ressaltam que a tradição ceramista da cidade se reflete em eventos como a Feira da Louça e instituições como o Centro de Ciências e Tecnologias Cerâmicas (Cestec).

Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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