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Lançamento do Programa “Florestas e Comunidades: Amazônia Viva”

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Nesta terça-feira (9/12), às 10h, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) participa da cerimônia de lançamento do programa  “Florestas e Comunidades: Amazônia Viva”, que terá investimento de R$ 96,6 milhões provenientes do Fundo Amazônia, gerido pelo MMA e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O evento será realizado na sede da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Brasília. 

O programa vai financiar a aquisição de equipamentos e infraestrutura para impulsionar a comercialização de produtos da floresta em mercados consumidores. Entre as ações possíveis estão a compra de lanchas, a instalação de silos secadores e outras estruturas voltadas ao escoamento e beneficiamento de produtos como pirarucu, borracha, cacau, cupuaçu, entre outras riquezas da região.

A iniciativa busca fortalecer cadeias produtivas que geram renda, promovem a valorização de quilombolas, indígenas e extrativistas e contribuem para a manutenção da floresta em pé. 

Está prevista a presença das seguintes autoridades:

  • Diretor-Presidente da Conab, Edegar Pretto;
  • Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira;
  • Presidente do BNDES, Aloisio Mercadante;
  • Ministro substituto do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; e 
  • Diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello. 
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SERVIÇO:

Lançamento do Programa “Florestas e Comunidades: Amazônia Viva”

🗓️ Data: Terça-feira, 9 de dezembro de 2025
Horário: 10h
📍 Local: SGAS I Setor de Grandes Áreas Sul 901 s/n, Conab – Companhia Nacional de Abastecimento – Asa Sul, Brasília
🔗 Transmissão: YouTube

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Defensivos para milho verão crescem 21% e atingem R$ 2,9 bilhões na safra 2025-26, aponta Kynetec Brasil

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O mercado brasileiro de defensivos agrícolas para o milho verão registrou forte retomada no ciclo 2025-26, com crescimento de 21% e movimentação de R$ 2,9 bilhões. O resultado representa avanço em relação à safra anterior, quando o setor somou R$ 2,4 bilhões, segundo levantamento FarmTrak Milho Verão, da Kynetec Brasil.

O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelo aumento da área plantada e pela maior intensidade no uso de tratamentos fitossanitários nas lavouras brasileiras.

Área maior e mais aplicações sustentam crescimento do mercado

De acordo com o gerente de pesquisas da Kynetec Brasil, Lucas Alves, o avanço do setor está diretamente relacionado a dois fatores principais: expansão da área cultivada e aumento no número médio de aplicações por propriedade.

A área plantada cresceu 9%, alcançando 3,9 milhões de hectares. Já a média de tratamentos subiu de 17 para 18 aplicações por ciclo, o que representa alta de 6% na intensidade de manejo.

Esses dois movimentos combinados explicam a recuperação do mercado de defensivos no milho verão após ciclos anteriores de menor dinamismo.

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Herbicidas lideram mercado de defensivos no milho

O levantamento FarmTrak Milho Verão 2025-26 aponta que os herbicidas seguem como a principal categoria do segmento, respondendo por 31% do mercado total, o equivalente a cerca de R$ 900 milhões.

Na sequência aparecem:

  • Inseticidas: R$ 826 milhões (28%)
  • Fungicidas: R$ 580 milhões (20%)
  • Tratamento de sementes: 14%
  • Nematicidas: 3%
  • Outros insumos: 4%

No total, essas categorias somam R$ 2,9 bilhões movimentados no ciclo atual.

Uso de fungicidas avança e muda perfil tecnológico das lavouras

Um dos destaques do estudo é o crescimento consistente no uso de fungicidas no milho verão. A adoção passou de 67% na safra 2019-20 para 75% no ciclo mais recente.

O avanço também foi observado em áreas destinadas à silagem, onde a utilização subiu de 24% para 52% no mesmo período.

Segundo Lucas Alves, o comportamento do produtor também vem mudando em relação às tecnologias utilizadas. Os fungicidas do tipo “stroby mix”, que antes dominavam o mercado, perderam espaço para soluções consideradas premium.

Na safra 2019-20, esses produtos representavam 52% da área tratada com fungicidas. No ciclo atual, caíram para 30%, enquanto os produtos premium já respondem por 38% das aplicações.

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Mudança tecnológica reflete busca por eficiência e produtividade

A substituição gradual de tecnologias tradicionais por soluções mais avançadas reflete a busca por maior eficiência no controle de doenças e melhor desempenho agronômico das lavouras.

O estudo indica que os produtores têm adotado estratégias mais intensivas e tecnificadas, acompanhando o avanço da genética do milho e o aumento do potencial produtivo das áreas cultivadas.

Levantamento ouviu quase 2 mil produtores no Brasil

O FarmTrak Milho Verão 2025-26 foi elaborado a partir de cerca de 2 mil entrevistas presenciais com produtores rurais das principais regiões produtoras de milho do país, incluindo:

  • Goiás
  • Mapiba (Maranhão, Piauí e Bahia)
  • Minas Gerais
  • Paraná
  • Santa Catarina
  • São Paulo

O levantamento reforça o papel do milho verão como uma das principais culturas do agronegócio brasileiro e evidencia a crescente sofisticação no manejo fitossanitário adotado no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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