Política Nacional

Leila defende valorização da educação física escolar

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A senadora Leila Barros (PDT-DF) destacou, em pronunciamento nesta quarta-feira (3), a relevância dos profissionais de educação física e do esporte para a saúde e o bem-estar da população. Ela lembrou que o Senado promoveu há dois dias, atendendo a seu pedido, uma sessão especial em homenagem à categoria.

— Eles são agentes transformadores que contribuem tanto para a formação esportiva quanto para a qualidade de vida da população brasileira — declarou ela.

A parlamentar relatou debates na Comissão de Esporte (CEsp) sobre a formação esportiva dos jovens e ressaltou que a prioridade deve ser o acesso universal. Ela defendeu a presença da educação física em todas as escolas, com infraestrutura e profissionais valorizados. 

— Trata-se de formar cidadãos, de oferecer a cada criança e a cada jovem a oportunidade de viver a atividade física como um direito, como uma ferramenta de saúde, de socialização e de cidadania — disse.

Leila também citou dados que mostram a força do setor, que em 2023 teria movimentado R$ 183,4 bilhões e gerado mais de 3 milhões de empregos diretos. Mas a senadora alertou para os desafios de saúde pública.

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— Um em cada três brasileiros é obeso. Eu não quero que o jovem na escola tenha acesso à educação física para ser um atleta (…), mas nós queremos uma sociedade saudável — salientou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Comissão aprova projeto que reconhece a epilepsia como deficiência

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que reconhece a epilepsia como deficiência para todos os efeitos legais.

Pelo texto, a condição será considerada deficiência quando causar impedimentos de longo prazo de natureza mental ou neurológica, que ao interagir com barreiras sociais, dificultem a participação plena da pessoa na sociedade.

O reconhecimento da condição dependerá de uma avaliação biopsicossocial a ser realizada por equipe multiprofissional da saúde para analisar o impacto da doença na vida do cidadão e a gravidade de suas crises.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Márcio Honaiser (Solidariedade-MA), que reuniu em um só texto medidas previstas no Projeto de Lei 5962/25, da deputada Yandra Moura (União-SE); e no apensado, Projeto de Lei 364/26, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM).

“O texto reconhece que a limitação não está apenas na condição neurológica em si, mas principalmente nas barreiras sociais, atitudinais e ambientais que impedem a participação plena do indivíduo na sociedade”, destacou Honaiser.

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A medida visa garantir que pessoas com epilepsia tenham acesso a direitos previstos no Estatuto da Pessoa com Deficiência, como cotas no mercado de trabalho, benefícios sociais e adaptações em ambientes de ensino.

Além disso, a proposta busca trazer segurança jurídica, unificando o entendimento dos tribunais e evitando que pacientes precisem recorrer à Justiça para obter direitos básicos, como prioridade de atendimento.

Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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