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Luiz Marinho discute reforma trabalhista em encontro no SEESP em SP

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou na tarde desta sexta-feira (5) em São Paulo de encontro com engenheiros e engenheiras no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo. Marinho destacou o desafio dos sindicatos para negociar, de resgatar a capacidade de se sustentar e ser um motor de mobilização da sua representação.

Segundo o ministro é preciso chamar a atenção para uma agenda positiva no Congresso em prol do trabalhador, mudar a cara do Congresso para reverter perdas. “O tema trabalho está travado no Congresso, a agenda é só para tirar direitos”, salientou, ressaltando as perdas da classe trabalhadora com as últimas mudanças ocorridas no mercado de trabalho.

Ele destacou a destruição de políticas em prol do trabalhador nos últimos anos e formas novas de empregos que tira direitos, como o caso dos trabalhadores de aplicativos, que está em discussão no Congresso, e da pejotização que está sendo apreciada pelo STF.

“Precisamos de uma reforma da renda, precisamos valorizar o trabalho, pagar ao trabalhador um salário condizente”, salientou, lembrando que não se ater a essas mudanças, como no caso dessas novas formas de contratação, pode significar mais perdas.

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“São mudanças que ameaçam o sistema de proteção social, compromete direitos trabalhistas, reduz a arrecadação de fundos essenciais e intensifica a precarização das relações de trabalho”, avaliou.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MME abre consulta pública sobre metas do RenovaBio para o período de 2027 a 2036

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta terça-feira (15/9), a Consulta Pública nº 232/2026, para receber contribuições sobre as metas anuais de redução de emissões de gases de efeito estufa do RenovaBio para o período de 2027 a 2036. A consulta ficará aberta por 45 dias e integra o oitavo ciclo de definição das metas da Política Nacional de Biocombustíveis.

A proposta prevê uma trajetória de descarbonização do setor de combustíveis que poderá alcançar, em 2036, redução de 12,1% da intensidade de carbono na matriz de combustíveis brasileira em relação ao nível registrado em 2018. As metas orientam o mercado de Créditos de Descarbonização (CBIOs) e reforçam o papel dos biocombustíveis na transição para uma matriz energética de menor intensidade de carbono.

Para subsidiar as contribuições da sociedade, o MME disponibilizou o Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR), as modelagens utilizadas para a construção das metas, planilhas e memórias de cálculo, a estimativa de emissão de CBIOs para 2027 e a proposta de metas para o decênio. A análise considera fatores como oferta de combustíveis, previsibilidade do mercado de CBIOs, equilíbrio do programa e proteção dos interesses do consumidor.
As contribuições podem ser enviadas até 29 de outubro pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

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Entenda os ciclos do RenovaBio
As metas nacionais do RenovaBio são estabelecidas para períodos de dez anos e atualizadas em ciclos sucessivos, permitindo incorporar novas projeções sobre o mercado de combustíveis, a oferta de biocombustíveis e a evolução da intensidade de carbono na matriz energética do país.

A partir das metas nacionais, são definidas anualmente metas individuais para os distribuidores de combustíveis, considerando a participação de cada empresa no mercado de combustíveis fósseis. O cumprimento ocorre por meio da aquisição e aposentadoria de CBIOs, sendo que cada crédito corresponde a uma tonelada de dióxido de carbono equivalente evitada. 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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