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Magistrados são escolhidos para cursar Mestrado em Direitos Fundamentais e Democracia

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Vinte magistrados foram aprovados para cursar o Mestrado Interinstitucional realizado pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Direito do Centro Universitário Autônomo do Brasil (UniBrasil). As entrevistas foram realizadas nesta segunda-feira (2 de setembro) e tiveram caráter eliminatório. Ao todo, foram realizadas 32 inscrições.
 
A contratação atende ao Planejamento Estratégico 2021/2026 do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso, seguindo os desafios estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça, referente a ‘Aprendizado e Crescimento’ e ao processo de ‘aperfeiçoamento da gestão de pessoas’. Esses indicadores estão diretamente associados à missão, visão, atributos de valor e indicadores de desempenho da Instituição, impactando nos resultados diretamente relacionados à prestação de serviços ao jurisdicionado. A viabilização do mestrado é meta da gestão da desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, diretora-geral da Esmagis-MT no biênio 2023/2024, para capacitação dos magistrados do Poder Judiciário de Mato Grosso. “ A implementação da proposta visa concretizar a interface entre a academia e o aspecto prático entre as Instituições, elevando a qualificação dos membros do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso. A ação capacitará os participantes no aspecto cognitivo vertical e ampliação da compreensão das nuances de uma sociedade em alta mutação, ao lidar com minorias – mulheres, indígenas, negros, quilombolas, dentre outros –, direito sanitário, análise consequencialista, direito ambiental”, explica a magistrada.
 
Confira abaixo o nome dos aprovados em ordem alfabética:
 
Alexandre Meinberg Ceroy 
Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni 
Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa 
Anderson Fernandes Vieira 
Arom Olímpio Pereira 
Carlos Augusto Ferrari 
Cássio Leite de Barros Netto 
Célia Regina Vidotti 
Christiane da Costa Marques Neves 
Conrado Machado Simão 
Flávio Maldonado de Barros 
Fernando Kendi Ishikawa 
José Eduardo Mariano 
Luciene Kelly Marciano Roos 
Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro 
Milene Aparecida Pereira Beltramini 
Suzana Guimarães Ribeiro 
Tiago Souza Nogueira de Abreu 
Pedro Flory Diniz Nogueira 
Vagner Dupim Dias
 
Keila Maressa 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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