Política Nacional

Marcio Bittar cobra apoio a Bolsonaro

Publicado

Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (8), o senador Marcio Bittar (PL-AC) declarou que mantém seu apoio a Jair Bolsonaro e que seguirá alinhado às posições do ex-presidente nas próximas eleições. Ao lembrar do apoio que recebeu de Bolsonaro em 2018, quando concorreu ao Senado pelo Acre, Bittar afirmou que sua eleição foi resultado direto do engajamento de Bolsonaro na sua campanha.

— Se não fosse o presidente Bolsonaro, eu não teria levado. Como é que eu posso esquecer de quem me ajudou, de quem me abraçou? Por isso eu digo que eu posso ter todos os defeitos de todo ser humano, mas um deles eu procuro não ter, que é o pecado da ingratidão. Como já disse aqui, em abril de 2023, eu continuo com o Bolsonaro e, se ele não for candidato, [apoiarei] quem ele apontar. Na eleição mais diferente de todas do Brasil, ele chegou à presidência [em 2018] e levantou um monte de colegas que hoje estão aqui [no Congresso] — disse.

Leia mais:  Pré-COP30 em Brasília reforça compromisso global por combustíveis sustentáveis

O senador criticou parlamentares que, segundo ele, se elegeram com o apoio de Bolsonaro e agora evitam apoioar o ex-presidente publicamente. Bittar também defendeu a atuação do ex-presidente em pautas econômicas e no combate à corrupção. Segundo ele, Bolsonaro é alvo de perseguição e não houve tentativa de golpe de Estado no país.

— Qualquer pessoa no Brasil, se não for um militante de esquerda, sabe que não houve tentativa de golpe no Brasil. Ele está pagando por um crime que não ocorreu. E aí, quando eu falo do silêncio criminoso, é [o silêncio] de pessoas que se elegeram à custa dele e que agora se silenciam.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Instalada comissão que vai analisar MP sobre piso mínimo do frete

Publicado

A comissão mista que vai analisar a medida provisória destinada a assegurar o cumprimento do valor mínimo para frete rodoviário foi instalada nesta terça-feira (9). O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) foi eleito vice-presidente. O deputado Zé Trovão (PL-SC) será o relator, e o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), o relator revisor.

A presidência do colegiado caberá ao Senado, mas o nome que ocupará o cargo ainda não foi indicado pelas lideranças da Casa.

Fiscalização

Editada pelo governo federal em março, a MP 1.343/2026 reforça a fiscalização da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. O principal objetivo é evitar que os contratantes paguem aos motoristas valor inferior ao piso do frete determinado em lei.

Para isso, a medida provisória torna obrigatório o registro de todas as operações por meio do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que deverá reunir informações como origem e destino da carga, contratante, transportador e valor do frete. O sistema impedirá a emissão do código quando o contrato registrar pagamento abaixo do piso mínimo.

Leia mais:  Sistema precisa de ajustes para garantir energia barata, aponta comissão mista

A MP também endurece as punições para empresas e contratantes que descumprirem as regras. Entre as penalidades, estão multas mais elevadas, suspensão temporária e até o cancelamento do Registro Nacional do Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC) em casos de reincidência. As sanções poderão atingir responsáveis por anúncios de fretes com valores inferiores aos permitidos.

Segundo o governo, a medida busca garantir remuneração adequada aos transportadores (especialmente os caminhoneiros autônomos) e reduzir práticas consideradas irregulares no setor.

O Congresso precisa votar a medida provisória até 16 de julho. Após essa data, o texto perde a validade caso não seja aprovado.

Lurya Rocha, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana