Mato Grosso

Mato Grosso cria mais de 32 mil vagas e tem serviços como motor do crescimento

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Mato Grosso gerou saldo positivo de 32.275 vagas com carteira assinada, sendo o setor de Serviços o carro-chefe com a geração de 13.993 empregos de janeiro a maio de 2025. Na sequência está a Construção Civil (+8.118), Indústria (+3.881), Comércio (+3.158) e Agropecuária (+3.131).

Entre os serviços, as contratações foram puxadas por atividades em escritórios, serviços para edifícios, educação e saúde. Já na Construção Civil, as obras de infraestrutura se destacaram: só este segmento contratou 4.291 trabalhadores no período.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, as obras estruturantes do Governo do Estado com a construção de rodovias, pontes, orlas, hospitais, reforma de escolas tem papel importante na geração de empregos.

“Temos obras no Estado todo, mas o que podemos observar é que todos os setores econômicos de Mato Grosso tiveram saldos positivos na geração de emprego. Não há política pública mais eficiente do que permitir que o cidadão tenha trabalho e consiga dar o melhor para a sua família”, comentou.

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Dentro do setor de Serviços, o Turismo também apresentou saldo positivo com a geração de 2,4 mil novas vagas de emprego de janeiro a maio de 2025, um desempenho 5% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram gerados 2.284 empregos de carteira assinada.

O segmento de transporte terrestre liderou o crescimento, apresentando um saldo positivo de 1.160 empregados, seguido por alojamento e alimentação, que abriu 785 novos postos de trabalho.

Das 32.275 novas vagas abertas em Mato Grosso neste ano, a maioria foi ocupada por jovens de 18 a 24 anos com ensino médio completo. Foram 19.273 empregos para homens e 13.048 vagas para mulheres. Deste total, 763 foram ocupados por estrangeiros e 703 por menores aprendizes.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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