Educação

MEC e Itaipu anunciam investimentos no IFPR

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O Ministério da Educação (MEC) anunciou, na terça-feira, 3 de fevereiro, novos investimentos para a consolidação do Instituto Federal do Paraná (IFPR), por meio de uma parceria com a Itaipu Binacional. Serão destinados R$ 24 milhões para construção de salas de aula, espaço multiuso e biblioteca do Campus Curitiba; e outros R$ 15 milhões para salas e laboratórios do Campus Maringá. Também foi assinado um acordo para a instalação de usinas fotovoltaicas em diversos campi do IFPR, com recursos da ordem de R$ 5 milhões.  

A cerimônia ocorreu na sede do MEC, em Brasília. Os termos de execução foram assinados pelo ministro da Educação, Camilo Santana; o presidente da Itaipu Binacional, Enio Verri; e o reitor do IFPR, Adriano Pereira.  

“O MEC está ampliando e construindo novos campi de universidades e institutos federais em todo o Brasil, incluindo o Paraná. A comunidade estudantil está muito feliz com esse investimento, porque eu estive recentemente lá em Curitiba e o reitor me cobrou essa melhoria. É um prédio bonito, antigo, um patrimônio importante da cidade de Curitiba, que precisava de uma boa reforma, e a Itaipu prontamente nos atendeu. Fora isso, a parceria trará um investimento em energia renovável, sustentável, solar, para todos os campi do IFPR”, celebrou Santana. 

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O ministro lembrou que, em janeiro, assinou o termo de autorização para construção dos campi Araucária, Cianorte, Cambé, Maringá e Toledo, do instituto. Na ocasião, visitou também a obra de implantação do Campus Arandu, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), que teve aportes de R$ 752 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), financiados pela Itaipu Binacional. “Estamos retomando as obras da Unila, também em parceria com a Itaipu, para executar o último projeto de Oscar Niemeyer e cuja primeira etapa será entregue este ano pelo presidente Lula”, afirmou. 

IFPR – O IFPR possui 26 campi no estado, oferta 317 cursos e atende a mais de 30 mil estudantes. Além disso, mais de 1.500 professores e mil técnicos administrativos atuam nas unidades do instituto. Por meio do Novo PAC, o Governo do Brasil está investindo R$ 140 milhões para a construção de seis novos campi: Maringá, Araucária, Cianorte, Cambé, Toledo e Ponta Grossa.  

Para a consolidação do IFPR, estão sendo alocados R$ 37,3 milhões, no período de 2023 a 2026. Desse total, R$ 28,9 milhões já foram repassados entre 2023 e 2025, e outros R$ 8,3 milhões ainda estão previstos. O orçamento institucional previsto em 2026 é de R$ 72,47 milhões, sendo R$ 13,9 milhões destinados à assistência estudantil. 

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Expansão e consolidação – As ações do Novo PAC para os institutos federais contemplam a expansão de campi e a melhoria da infraestrutura em unidades existentes em todo o país. A consolidação dos institutos federais prioriza a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em sedes próprias. Já a expansão é destinada à criação de novos campi, espalhados pelas cinco regiões do país. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC e MinC abrem edital para difundir saberes tradicionais

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O Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Cultura (MinC) apresentaram, na terça-feira, 22 de setembro, o edital de Ciclos de Saberes de Mestras e Mestres das Culturas Tradicionais e Populares e das Artes. A divulgação ocorreu durante a reunião do pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em Brasília. Na ocasião, também foi anunciado o Observatório de Políticas e Gestão de Cultura nas instituições públicas de ensino superior (Ipes). As inscrições para a chamada pública começarão na sexta-feira, 25 de setembro.

A seleção destina-se a projetos de instituições federais de ensino superior (Ifes) voltados à implementação do Programa Ciclos de Saberes e Conhecimentos Tradicionais e Populares. A iniciativa visa aproximar universidades, escolas públicas e comunidades regionais, promovendo a circulação, a valorização e a transmissão intergeracional de conhecimentos. No MEC, a ação é coordenada pela Secretaria de Educação Superior (Sesu); no MinC, a gestão é realizada pela Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli) em articulação com a Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural (SCDC).

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O edital articula política cultural, educação superior, educação básica e extensão universitária, criando um circuito de formação contínua entre a universidade, o território e a escola pública. Ao integrar mestras e mestres como detentores e transmissores de saberes e combinar remuneração, reconhecimento do notório saber, inserção curricular e transmissão intergeracional, a proposta busca fortalecer a diversidade cultural e promover uma relação horizontal entre o conhecimento acadêmico e os saberes tradicionais.

Entre os objetivos da seleção estão a promoção e difusão dos fazeres das culturas populares brasileiras articulados ao ensino, à pesquisa e à extensão universitária; o fortalecimento do diálogo entre as instituições de ensino, as comunidades regionais e as escolas públicas; e a ampliação do reconhecimento de mestras e mestres como agentes de formação cultural.

Observatório – Na mesma solenidade, foi anunciado o Observatório de Políticas e Gestão de Cultura nas Ipes, fruto de parceria entre a Sefli, a Sesu e o Fórum de Gestão Cultural das Instituições Públicas de Ensino Superior Brasileiras (Forcult). O observatório tem como finalidade produzir dados, indicadores e evidências para qualificar as políticas culturais nas universidades e demais instituições públicas de ensino superior. As metas incluem o mapeamento de grupos artísticos, espaços culturais e cursos de formação na área, além da realização de pesquisas sobre planos institucionais de cultura.

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Programa Ciclos de Saberes – O Programa Ciclos de Saberes e Conhecimentos Tradicionais e Populares com Mestras e Mestres das Culturas Tradicionais e Populares e das Artes conecta a educação superior, a educação básica e os saberes populares. A ação fomenta a inserção de mestras e mestres das culturas tradicionais em atividades acadêmicas de ensino e extensão nas universidades federais, assegurando a remuneração, o reconhecimento do notório saber e a preservação do patrimônio cultural imaterial brasileiro.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu

Fonte: Ministério da Educação

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