Educação

MEC entrega tablets para estudantes do ensino médio no MA

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Em agenda no Maranhão nesta quinta-feira, 9 de outubro, o ministro da Educação, Camilo Santana, participou da entrega de tablets para estudantes de escolas públicas de ensino médio da região, durante o Festival Conecta Imperatriz. A iniciativa faz parte da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), coordenada pelo Ministério da Educação (MEC), e tem o objetivo de ampliar o acesso a tecnologias digitais de aprendizagem. 

Ao todo, foram destinados R$ 275,6 milhões para a compra de tablets, computadores e chips de dados móveis. Apenas para os tablets, foram investidos R$ 150,7 milhões na compra dos equipamentos e R$ 93 milhões na aquisição de chips de dados móveis. O estado do Maranhão receberá 242.404 tablets — desses, 56.591 já foram entregues nas regionais de São Luís e Caxias, e 17.313 estão sendo distribuídos na regional de Imperatriz, incluindo as 6.757 unidades entregues durante o evento. A ação beneficiará 217 municípios maranhenses.  

Na cerimônia de entrega dos tablets, Santana informou que o governador do Maranhão, Carlos Brandão, esteve com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para fechar uma parceria com o Governo do Brasil e entregar os equipamentos por meio do programa estadual Tô Conectado.   

Nós estamos vivendo no mundo da tecnologia, da internet, da velocidade, da inteligência artificial. Portanto, é importante as escolas estarem conectadas.” Camilo Santana, ministro da Educação 

“São quase R$ 300 milhões que nós estamos investindo em parceria com o governo do estado nesse projeto de conectividade. Esse é um projeto do governo do estado para garantir o uso do tablet para todos os alunos do ensino médio das escolas do Maranhão. Isso porque nós estamos vivendo no mundo da tecnologia, da internet, da velocidade, da inteligência artificial. Portanto, é importante as escolas estarem conectadas, terem laboratório de informática, que os professores tenham computador”, ressaltou.  

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De acordo com o ministro, os dispositivos só poderão ser utilizados para fins educacionais e são bloqueados para jogos eletrônicos e redes sociais. Com os tablets, os estudantes terão acesso a conteúdos digitais, como vídeos, livros e aplicativos de ensino a distância, como o Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec), plataforma que oferece mais de 80 cursos gratuitos on-line.  

O aluno Gilson do Santos Silva, do Centro de Ensino Delahe Fiquene, representou os alunos que receberam o tablet no estado. Para ele, esse é um momento de grande avanço na rede estadual. “A implementação da tecnologia com o projeto Tô Conectado vai abrir novos caminhos, que antes eram imagináveis por muitos alunos. Esse projeto não vem para substituir o livro, mas sim para ser um aliado onde novas fontes de pesquisas e conhecimentos poderão ser conhecidos”, destacou. 

Os equipamentos beneficiarão alunos do ensino médio (regular e profissional), atendendo a 217 municípios maranhenses. A distribuição segue critérios da Lei nº 14.172/2021, que prioriza estudantes de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e escolas de comunidades indígenas e quilombolas. A medida reforça o compromisso do MEC em ampliar o acesso à tecnologia e à conectividade, promovendo inclusão digital e equidade educacional em todo o estado. 

O evento contou com a presença do diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Charles Okama de Souza; da secretária de estado da Educação, Jandira Dias; do prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral; do diretor-geral do Campus Imperatriz, Lauro Pinheiro, além de parlamentares, professores e estudantes. 

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Agenda – Durante a agenda em Imperatriz (MA), o ministro Camilo Santana também participou da inauguração da Biblioteca Josué Montello, do Campus Imperatriz do Instituto Federal do Maranhão (IFMA). 

À tarde, Camilo Santana estará em Açailândia (MA), para inaugurar a Escola Municipal José Thalysson Rocha Andrade, no bairro Colinas Park; e autorizar a retomada das obras da Creche Tipo I do Bairro Vila Capelozza. As obras das duas unidades fazem parte do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação, que destina recursos do Novo PAC para conclusão de construções, reformas e ampliações de unidades educacionais em todo o país. 

Novo PAC – O Novo Programa de Aceleração do Crescimento tem impulsionado investimentos significativos na educação do Maranhão, totalizando mais de R$ 1,2 bilhão em diferentes níveis de ensino. São investimentos de R$ 1 bilhão para a educação básica, R$ 141,6 milhões destinados à educação profissional e tecnológica (EPT) e R$ 64,5 milhões voltados à educação superior. Os recursos permitem a construção de 54 escolas de tempo integral e 105 creches; e a aquisição de 195 ônibus escolares, beneficiando 198 municípios maranhenses. O programa também viabiliza a criação de quatro novos campi do IFMA — em Amarante do Maranhão, Balsas, Chapadinha e Colinas — e a realização de 29 obras de melhoria em universidades e Institutos Federais já existentes, distribuídas por 22 municípios, ampliando o alcance e a qualidade da educação pública no estado. 

Resumo | Mais Educação para o Maranhão 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Ideb avança em todas as etapas da educação básica no Pará

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De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino fundamental do Pará passou de 5,1 para 5,6 nos anos iniciais e de 4,4 para 4,8 nos anos finais. Já o Ideb do ensino médio passou de 4,4 para 4,6. Na rede pública do estado, o resultado passou de 4,8 para 5,5 nos anos iniciais; de 4,2 para 4,7 nos anos finais; e de 4,3 para 4,4 no ensino médio. Com esses resultados, o Ideb alcançou, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.  

“Os resultados revelam que o Pará teve, em 2025, seus melhores resultados no indicador brasileiro. Esse é o melhor Ideb da série histórica, provando que a escola dos nossos filhos é melhor que a escola que nós tivemos. Em 20 anos, o Brasil enfrentou, simultaneamente, três problemas históricos da educação: colocou mais estudantes na escola, melhorou sua trajetória e elevou a aprendizagem. Os resultados do Ideb 2025 fecham um balanço de 20 anos de compromisso nacional pelo acesso, pela permanência e pela qualidade da educação. Fizemos muito, mas ainda há muito o que fazer. Chegou a hora de um novo salto para o futuro, que é a melhoria da aprendizagem”, defende o ministro da Educação, Leonardo Barchini.

Os dados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) referentes a 2025, que revelam o desempenho da educação básica brasileira, calculados pelo Ministério da Educação (MEC) por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foram divulgados nesta quarta-feira, 5 de agosto.  

Aprendizagem de língua portuguesa e matemática – Em uma escala que vai de 0 a 500, no 5º ano do ensino fundamental, em português, a avaliação do Pará passou de 197,40, em 2023, para 206,82 pontos, em 2025; e em matemática, de 205,01 para 215,13. No caso do 9º ano do ensino fundamental, em português, a média passou de 250,88 para 254,01, e em matemática, de 244,40 para 250,07. Já no 3º ano do ensino médio, em português, o resultado passou de 272,58 para 274,81; e em matemática, de 265,40 para 270,37.  

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“O Saeb 2025 mostra que o Brasil foi capaz de fazer em apenas quatro anos o que estudos projetavam levar uma década: recuperar a aprendizagem perdida durante a pandemia de Covid-19. Esse resultado demonstra que, com políticas públicas consistentes, investimento e o compromisso de estados, municípios, professores e estudantes, é possível acelerar a aprendizagem. Os melhores resultados de quem passa mais tempo na escola reforçam nosso plano de ampliar a educação em tempo integral e o ensino médio integrado à educação profissional, para que os estudantes aprendam mais, em segurança, e estejam mais preparados para o mundo do trabalho”, defende Barchini.   

O Saeb 2025 avaliou 5,9 milhões de alunos distribuídos por 73,7 mil escolas e 247,7 mil turmas em todo o território nacional.  

Estados – Todas as Unidades da Federação (UFs) tiveram resultados superiores nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais, 24 UFs tiveram índices maiores, dois estados ficaram estáveis e um estado registrou queda. No ensino médio, 23 UFs subiram o Ideb, três mantiveram os índices de 2023 e uma registrou queda. 

O Ideb 2025 descreve a realidade de 14,5 milhões de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental em 101 mil escolas. Nos anos finais, retrata 11,2 milhões de matrículas em 61 mil escolas. Em relação ao ensino médio, os resultados do Ideb correspondem a 7,3 milhões de matrículas em 30 mil escolas. 

Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025  

Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025
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Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025  

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025  

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025 
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar, permitindo acompanhar a qualidade da educação básica brasileira. Integra o conjunto de indicadores utilizados para o monitoramento das metas educacionais previstas no Plano Nacional de Educação (PNE). Considerando que a vigência do PNE foi prorrogada até 31 de dezembro de 2025, o índice permanece como referência para o monitoramento das políticas educacionais e para a avaliação dos avanços e desafios na consecução dos objetivos estabelecidos pelo PNE durante o período de vigência.

Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica, criado em 1990, é um conjunto de avaliações externas em larga escala aplicado bienalmente a estudantes da educação básica. A avaliação é composta por testes e questionários que apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes e sobre fatores contextuais relacionados ao processo educacional. As médias de desempenho obtidas no Saeb, em conjunto com os dados de fluxo escolar do Censo Escolar, compõem o Ideb. Os resultados também permitem o acompanhamento de indicadores educacionais por escolas, redes de ensino e UFs ao longo das diferentes edições da avaliação.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep

Fonte: Ministério da Educação

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