Educação

MEC lança guia sobre declaração étnico-racial no Censo Escolar

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O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta segunda-feira, 18 de maio, o Guia para Declaração Étnico-Racial para as Redes de Ensino. O material faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e busca apoiar as secretarias de educação estaduais, distrital e municipais na implementação de ações sistemáticas voltadas à autodeclaração racial de estudantes para registros do Censo Escolar. 

O material faz parte de uma série de esforços do MEC, como ações de formação, sensibilização, monitoramento e gestão da informação, que resultaram em um aumento expressivo na declaração de escolas públicas registrada no último Censo Escolar: de 76%, em 2023, para 90,1%, em 2025.  

A declaração correta qualifica os registros étnico-raciais das matrículas, facilitando o planejamento, a execução e a avaliação de políticas públicas efetivas de promoção da equidade educacional. Além disso, colabora para o processo formativo da comunidade escolar na discussão de questões de raça e inclusão. 

Cabe às secretarias de educação liderarem o esforço de qualificação dos registros raciais e étnicos, mas o Guia oferece orientações práticas para que esse trabalho seja realizado de forma sistemática, ética e comprometida com a equidade racial. 

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Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.  

 
São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)

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Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Cerca de 2 mil estudantes participam de aulão do Enem no RJ

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Cerca de 2 mil estudantes participaram, nesta quarta-feira, 30 de setembro, de um aulão preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, realizado pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ). A atividade ocorreu em frente à futura unidade do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), no Parque Olímpico, e teve como foco a preparação para as provas dos dias 8 e 15 de novembro. 

A programação foi dividida em quatro blocos didáticos: 

  • Matemática: conteúdos de maior incidência e estratégias para organização do tempo de prova; 
  • Linguagens e Redação: estrutura da redação, repertório sociocultural e interpretação de textos; 
  • Ciências da Natureza: conteúdos de Biologia, Física e Química, com abordagens relacionadas a sustentabilidade e saúde; 
  • Ciências Humanas: análise de atualidades, gráficos e mapas. 

Durante o evento, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, falou sobre as possibilidades de utilização da nota do Enem para acesso à educação superior. Entre os caminhos estão o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).  

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O estudante Davi de Souza Santos, da Escola Estadual Joaquim Távora, em Niterói (RJ), destacou a importância do exame para seus planos. “Estamos transformando a incerteza do amanhã na tranquilidade de agora, se não conseguir neste ano, consigo no ano que vem. Eu pretendo seguir na área da gastronomia, eu sempre gostei da área da cozinha, e é nesse caminho que pretendo seguir”, disse. 

Ferramentas de preparação – Além das revisões presenciais, é disponibilizado um ecossistema gratuito de soluções digitais de apoio diário aos estudos. Por meio do aplicativo MEC Enem, os estudantes têm acesso a simulados interativos, banco de exercícios, videoaulas e orientações exclusivas para a prova de redação. A preparação pode ser reforçada também pela plataforma MEC Idiomas, que oferece cursos gratuitos de inglês e espanhol em diferentes níveis de proficiência, e pelo MEC Livros, biblioteca digital que conta com obras pedagógicas de referência. Na página Guia do Enem, os estudantes encontram dicas, vídeos e respostas às dúvidas frequentes.  

 
Assessoria de Comunicação Social do MEC 

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Fonte: Ministério da Educação

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