Agro News

Mercado de algodão no Brasil começa semana ativo, mas perde força nos últimos dias

Publicado

O mercado doméstico de algodão iniciou a semana com movimentação mais intensa, impulsionado pelo interesse de compradores e suporte nos custos de produção, mas registrou queda de ritmo nos últimos dias, segundo a Safras Consultoria. A atenção permanece voltada à evolução da colheita e à qualidade da pluma, mantendo os volumes negociados limitados.

Preços do algodão apresentam leve queda

Na quinta-feira (14), o algodão posto no CIF de São Paulo foi cotado a R$ 3,99 por libra-peso, uma redução de 0,25% em relação à semana anterior, quando estava a R$ 4,00.

Em Rondonópolis (MT), a pluma foi indicada em R$ 3,91 por libra-peso, equivalente a R$ 129,22 por arroba, queda de 0,23% frente à cotação de R$ 129,45 registrada no dia 7 de agosto.

O movimento de preços reflete a cautela do mercado, mesmo diante de demanda presente, com compradores e vendedores avaliando a qualidade do algodão e o avanço da colheita.

USDA revisa produção e estoques globais

O relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe projeções atualizadas para a temporada 2025/26. A produção norte-americana de algodão foi estimada em 13,21 milhões de fardos, abaixo dos 14,6 milhões projetados em julho. As exportações devem alcançar 12 milhões de fardos, ante 12,5 milhões estimados anteriormente, e o consumo interno permanece em 1,7 milhão de fardos.

Leia mais:  Café tem forte queda com expectativa de redução de tarifas de importação pelos EUA

Os estoques finais dos EUA foram revisados para 3,6 milhões de fardos, frente a 4,6 milhões projetados no mês passado.

No cenário global, a produção de algodão para 2025/26 foi estimada em 116,62 milhões de fardos, contra 118,42 milhões em julho, com exportações projetadas em 43,59 milhões de fardos e consumo estimado em 117,99 milhões. Os estoques finais mundiais foram projetados em 73,91 milhões de fardos.

Produção mundial e destaques por país

Entre os principais produtores, a China deve colher 31,5 milhões de fardos, acima dos 31 milhões previstos em julho. A Índia mantém a produção estimada em 23,5 milhões de fardos, o Brasil em 18,25 milhões e o Paquistão em 5 milhões de fardos, sem alterações em relação às projeções anteriores.

Esses números reforçam a expectativa de oferta global equilibrada, embora o mercado brasileiro permaneça atento ao avanço da colheita e à qualidade da pluma para definir volumes e preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

MPA alcança marca de 1.000 Certificados de Admissibilidade para exportação de pescado aos EUA

Publicado

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) alcançou a marca de 1.000 Certificados de Admissibilidade (COA) emitidos para cargas de pescado e produtos pesqueiros destinados aos Estados Unidos. O resultado reforça a atuação do Ministério no controle e na rastreabilidade da produção pesqueira brasileira e na certificação exigida para acesso ao mercado norte-americano. 

O COA passou a ser exigido pelos Estados Unidos a partir de 1º de janeiro de 2026 para determinados produtos pesqueiros importados. O documento atesta que a carga não está sujeita às restrições de importação previstas na legislação norte-americana de proteção aos mamíferos marinhos, contribuindo para a comprovação da conformidade e da origem legal do pescado brasileiro. 

A maioria dos certificados foi analisada, emitida e encaminhada às empresas exportadoras em menos de 24 horas. A agilidade demonstra a capacidade do MPA de assegurar o rigor necessário à verificação das informações sem comprometer a resposta às demandas do setor produtivo. 

A rapidez no processo é especialmente importante para produtos de maior perecibilidade, como pescados frescos e congelados, contribuindo para que as cargas brasileiras cheguem ao mercado dos Estados Unidos com qualidade, segurança e regularidade. 

Leia mais:  Mercado muda de rumo em meio ao início do plantio e pressão internacional

A emissão do milésimo COA representa, assim, um avanço na capacidade operacional do MPA para atender às demandas de certificação e, ao mesmo tempo, fortalecer os mecanismos de controle necessários à comercialização internacional do pescado brasileiro. 

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana