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Mercosul une forças para avançar em mineração estratégica e transição energética

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Representantes do Brasil e de países do Mercosul participaram, na última sexta-feira (29/08), da XXXII Reunião Ordinária do Subgrupo de Trabalho de Mineração e Geologia (SGT-15). O encontro marcou um passo importante na construção conjunta de políticas voltadas ao setor mineral, em um momento em que o mundo volta os olhos para os minerais estratégicos como pilares da transição energética.

A agenda contemplou a apresentação e aprovação do Plano de Trabalho 2025-2026, estruturado em cinco blocos principais: mapeamento do potencial mineral da região, projeção da demanda global de longo prazo para minerais estratégicos, análise das oportunidades de cooperação em pesquisa e desenvolvimento, avaliação de aspectos regulatórios e de políticas públicas, além da identificação de projetos estratégicos com potencial de impacto regional.

Para Gustavo Santos Masili, coordenador-Geral de Minerais Estratégicos e Transição Energética no Setor Mineral do MME, a reunião representou mais do que um exercício burocrático. “Hoje estamos aprovando os rumos e cronogramas dos trabalhos para que possamos dar continuidade aos projetos de modo coeso entre os países. Essa união de esforços é fundamental para que o Mercosul avance com uma visão integrada, capaz de responder às demandas globais e, ao mesmo tempo, valorizar o potencial mineral da nossa região”, destacou.

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Outro ponto de destaque na reunião foi a aprovação da estruturação de proposta de estudo com apoio técnico da Organização Latino-Americana de Energia (Olade) e recursos do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), que deve contribuir para aprofundar a análise sobre as potencialidades da região em relação aos minerais estratégicos para a transição energética.

O encontro foi encerrado com o compromisso das delegações de manter o diálogo ativo e cooperativo, garantindo que os próximos passos sejam conduzidos de forma alinhada, técnica e estratégica para fortalecer o papel do bloco no cenário energético e mineral internacional.

 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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