Mato Grosso

Meta é finalizar trecho entre Nova Mutum e Posto Gil até o fim do ano, afirma Mauro Mendes

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O governador Mauro Mendes inaugurou, nesta sexta-feira (13.09), mais 18 km de duplicação da BR-163, no trecho entre o Posto Gil e Nova Mutum, totalizando 33 km entregues na região.

Durante a entrega, Mauro Mendes destacou a importância de mais essa etapa da duplicação.

“É com imensa alegria que entregamos mais 18 km de duplicação da BR-163, conectando o Posto Gil a Nova Mutum. Essa obra, que já soma 33 km de pista duplicada, é um marco para o desenvolvimento da região e garante mais segurança para todos”, disse.

O governador estimou a entrega dos 90 km totais entre o Posto Gil a Nova Mutum para o fim deste ano.

“Conseguimos ver que essa obra avança em ritmo acelerado. Estamos falando de um trecho crítico, com um histórico de muitos acidentes, inclusive fatais”, afirmou.

Mauro relembrou que a duplicação da BR só foi possível graças a uma ação do Estado, que foi inédita no Brasil.

“O Governo de Mato Grosso teve a coragem de assumir essa responsabilidade, assumindo uma concessão federal, e agora as obras estão acontecendo, mostrando que o nosso compromisso é com o desenvolvimento do estado”, explicou.

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No primeiro ano de concessão, o Governo do Estado entregou os primeiros 15 quilômetros da obra de duplicação da rodovia entre o Posto Gil, em Diamantino, e Nova Mutum. A ação resultou em uma diminuição de 86% das mortes após a entrega.

Além dessas obras, o Governo do Estado e a Nova Rota do Oeste estão trabalhando em quatro frentes de duplicação, além da construção de pontes e viadutos.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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