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Ministério de Portos e Aeroportos e MDIC lançam Agenda Conectar nesta terça-feira (24)

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lançam, nesta terça-feira (24), a Agenda Conectar, uma política de Estado voltada à expansão sustentável da conectividade aérea no Brasil. A iniciativa consolida um conjunto de ações estratégicas para ampliar o acesso ao transporte aéreo, reduzir custos operacionais e tornar o setor mais competitivo e atrativo para investimentos, com o objetivo de aumentar o volume de passageiros e de carga transportados no Brasil, e em mais cidades.

O programa é resultado de um amplo diagnóstico construído com a participação e apoio de mais de 34 entidades representativas da aviação e de setores que são, direta e indiretamente, alcançados pelo desenvolvimento do transporte aéreo, como indústria, comércio, serviços, turismo e academia.

O lançamento contará com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho; do secretário de Aviação Civil, Daniel Longo; do diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Faierstein; e do diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), tenente-brigadeiro do ar Maurício Augusto Silveira de Medeiros, além de representantes das instituições parceiras e apoiadoras da iniciativa.

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Credenciamento
Profissionais de imprensa interessados em acompanhar a cerimônia devem solicitar credenciamento pelo e-mail [email protected], informando nome completo, RG, CPF e veículo de imprensa.

Serviço

Evento: Lançamento da Agenda Conectar
Data: Terça-feira, 24 de março
Horário: 17h
Local: Esplanada dos Ministérios, Bloco R, Subsolo.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nacional

Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais

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Brasília, 27/05/2026 – O Brasil tem hoje em andamento mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais relacionados às áreas cíveis e penais, incluindo pedidos de extradição e de transferência de pessoas condenadas, somando-se os emitidos pelo país com os recebidos de outras nações.

O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.

Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.

“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.

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Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.

“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.

O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.

Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.

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O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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