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Ministro Capobianco visita laboratórios do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Aquática do ICMBio em Pirassununga (SP)

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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, visita, na próxima sexta-feira (15/5), os Laboratórios de Biotecnologia de Peixes e de Ictiologia do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Aquática (CEPTA), vinculado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Pirassununga (SP).

O Laboratório de Biotecnologia de Peixes e de Ictiologia tem, como principal linha de pesquisa, a técnica de “barriga de aluguel”, que permite que peixes não ameaçados de extinção produzam, a partir de manipulação genética, espécies ameaçadas de extinção. O Laboratório de Ictiologia realiza manejo e reprodução de rivulídeos, a família de peixes mais ameaçada de extinção do país. Ambas as iniciativas são de alta relevância para a conservação da biodiversidade no Brasil.

Os jornalistas poderão acompanhar a visita, que ocorre a partir das 15h, e contará também com a presença do presidente do ICMBio, Mauro Pires.

O CEPTA é um dos centros de pesquisa ligados ao ICMBio, voltados a estudos, monitoramento e produção de conhecimento científico para a proteção da fauna, flora e ecossistemas brasileiros. As instituições têm papel fundamental na avaliação do risco de extinção de espécies e na coordenação de Planos de Ação Nacional (PAN) para a proteção de espécies ameaçadas.

CREDENCIAMENTO – Os profissionais de imprensa que desejam fazer a cobertura do evento devem realizar o credenciamento pelo link.

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SERVIÇO

Ministro João Paulo Capobianco visita laboratórios do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Aquática do ICMBio em Pirassununga (SP)

🗓️ Data: 15 de maio de 2025, sexta-feira
⏰ Horário: 15h (horário de Brasília)
📍 Local: Sede Administrativa – Rod. Prefeito Euberto Nemésio Pereira Godói, Km 6.5, S/n – Cachoeira das Emas, Pirassununga – SP


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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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