Nacional

Ministro Luiz Marinho participa da abertura do 2º Encontro Nacional de Finanças Solidárias nesta terça-feira (16)

Publicado

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participa nesta terça-feira (16), às 14h, da abertura do 2º Encontro Nacional de Finanças Solidárias – Abrindo o caminho para um Sistema Nacional de Finanças Solidárias (Sinafis). O evento reunirá representantes dos principais segmentos das finanças solidárias e da economia solidária no país. A cerimônia de abertura será realizada no auditório do edifício-sede do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em Brasília.

Promovido pelo MTE, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), o evento tem como objetivo debater estratégias para a estruturação do Sinafis. A iniciativa busca integrar e fortalecer os diversos instrumentos financeiros da Economia Popular e Solidária no Brasil, com destaque para os Bancos Comunitários de Desenvolvimento, os Fundos Rotativos Solidários e as Cooperativas de Crédito Solidário.

Após a abertura oficial, as atividades seguem até o dia 18 de junho, no Centro Cultural de Brasília (CCB).

Serviço:

2º Encontro Nacional de Finanças Solidárias – Abrindo o caminho para um Sistema Nacional de Finanças Solidárias (Sinafis)
Data:
16 de junho de 2026
Horário: 14h
Local: Auditório do edifício-sede do MTE
Endereço: Esplanada dos Ministérios – Bloco F, Brasília (DF)

Leia mais:  MPor lança programa Embarque na Integridade para reforçar ética e transparência no setor

Nos dias 17 e 18 de junho, o evento continuará no Centro Cultural de Brasília (CCB) – SGAN 601, Módulo D, Asa Norte.

Confira aqui a programação.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Política Nacional de Proteção de Dados avança com participação social

Publicado

Brasília, 15/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), realizou, na sexta-feira (12), audiência pública para discutir a construção da Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade (PNPD).

O evento ocorreu em formato híbrido, no Palácio da Justiça, com transmissão ao vivo pelo YouTube, e reuniu representantes do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade (CNPD), da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), da sociedade civil, da academia e do setor privado.

O secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes, ressaltou o caráter estratégico da primeira audiência pública após dois mandatos do CNPD.

“A construção da Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade representa um passo fundamental. Trata-se de um instrumento que orientará a atuação do Estado brasileiro, fortalecerá os mecanismos de cooperação e ampliará o diálogo interinstitucional em torno dos direitos digitais, promovendo maior coerência, efetividade e participação na formulação de políticas públicas.”

Fernandes também destacou a centralidade do tema para a cidadania digital. “O direito à proteção de dados pessoais e à privacidade é hoje um dos pilares da cidadania digital. Em um contexto de transformação tecnológica acelerada, assegurar esses direitos significa garantir autonomia, dignidade e confiança nas interações digitais.”

A audiência integrou um processo mais amplo de elaboração participativa da política, que tem como referência os subsídios elaborados pelos seis Grupos de Trabalho Temáticos (GTTs) do CNPD, além das diretrizes encaminhadas pela ANPD ao MJSP. Ao todo, foram registradas 22 inscrições de fala da sociedade civil, além das contribuições dos coordenadores dos GTTs.

Leia mais:  FNAC vai liberar até R$ 4 bilhões em linhas de crédito para companhias aéreas

Eixos e propostas

Os grupos de trabalho apresentaram recomendações organizadas em seis eixos estruturantes: educação e capacitação em proteção de dados (GTT 1); mecanismos e práticas de conformidade (GTT 2); governança de dados no setor privado (GTT 3) e no setor público (GTT 4); dados pessoais para o desenvolvimento econômico, tecnológico e a inovação (GTT 5); e harmonização entre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a Lei de Acesso à Informação (LAI) (GTT 6).

Entre as propostas apresentadas pelos coordenadores dos GTTs, destacaram-se a criação de uma Escola Nacional de Proteção de Dados, a institucionalização de uma Semana da Privacidade no calendário nacional, o estabelecimento de parcerias com o Ministério da Educação para integrar a temática aos currículos escolares e o desenvolvimento de ferramentas de autoavaliação para órgãos públicos. O GTT 5 propôs 36 subsídios voltados ao equilíbrio entre proteção de direitos e geração de valor econômico a partir do tratamento responsável de dados pessoais.

Representantes da sociedade civil apresentaram contribuições sobre temas como a necessidade de indicadores de monitoramento da política, a harmonização entre a LGPD e o direito de acesso à informação, a regulação do uso de tecnologias de reconhecimento facial e dados biométricos, a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e a inclusão de diretrizes específicas para a segurança pública.

Leia mais:  Governo Federal lança Escola do Trabalhador 4.0 em Rio Grande da Serra

Organizações como o Instituto Alana, a Transparência Brasil, a Open Knowledge Brasil, a Fiquem Sabendo, o Idec, o iFood e o Instituto Sigilo, entre outras, também participaram da audiência.

A diretora da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), Miriam Wimmer, que participou ao lado do também diretor Iagê Miola, enfatizou a importância de compreender os diferentes anseios e perspectivas da sociedade.

“O CNPD trabalhou diligentemente, constituindo diferentes grupos de trabalho dedicados à abordagem dos diversos temas relacionados à política nacional. Tive a oportunidade de participar de vários desses encontros, nos quais pudemos trocar impressões, compartilhar experiências e acompanhar um trabalho muito sério e competente de construção dessas diretrizes”, disse.

O MJSP informou que as contribuições recebidas durante a audiência, bem como as manifestações escritas que poderão ser encaminhadas posteriormente, serão analisadas e incorporadas ao processo de elaboração da política. A expectativa, reforçada por múltiplos participantes, é que o decreto seja publicado ainda em 2026 — mais de oito anos após a aprovação da LGPD.

“Essa diversidade de perspectivas é fundamental para qualificar a escuta do Governo Federal e contribuir para a elaboração de uma política pública consistente, legítima e representativa”, concluiu Victor Fernandes.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana