Nacional

Ministro Luiz Marinho participa de cerimônia pelos 90 anos do Salário Mínimo nesta sexta-feira (16)

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participa, nesta sexta-feira (16), às 10h, da cerimônia de lançamento oficial das medalhas comemorativas dos 90 anos do Salário Mínimo, que será realizada na Casa da Moeda do Brasil, no Rio de Janeiro. Está prevista a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na solenidade.

Criado na década de 1930, o Salário Mínimo consolidou-se como um dos principais instrumentos de promoção da justiça social no país, com impacto direto na redução das desigualdades e no fortalecimento do desenvolvimento econômico. Ao longo dos anos, a política de valorização do Salário Mínimo tornou-se referência para a renda dos trabalhadores, aposentados e pensionistas do INSS, além de influenciar pisos salariais estaduais e diversas políticas públicas.

No Governo Lula, a Política de Valorização do Salário Mínimo foi instituída em 2006 e retomada e ampliada a partir de 2023, com a vinculação dos reajustes à inflação (INPC) e ao crescimento econômico (PIB), em consonância com os princípios sociais da Constituição Federal de 1988.

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CREDENCIAMENTO

A solicitação de credenciamento dos profissionais de imprensa deverá ser realizada até 19h do dia 15 de janeiro de 2026, por meio do Sistema de Credenciamento de Imprensa disponível no site do Palácio do Planalto. Profissionais com credenciamento anual também deverão solicitar participação específica no evento.

SERVIÇO

Cerimônia alusiva aos 90 anos do Salário Mínimo e lançamento da Medalha Comemorativa

Data: 16 de janeiro (sexta-feira)
Horário: 10h
Local: Casa da Moeda do Brasil – Rua René Bittencourt nº 371, Distrito Industrial de Santa Cruz, Rio de Janeiro/RJ

Credenciamento

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Nacional

Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais

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Brasília, 27/05/2026 – O Brasil tem hoje em andamento mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais relacionados às áreas cíveis e penais, incluindo pedidos de extradição e de transferência de pessoas condenadas, somando-se os emitidos pelo país com os recebidos de outras nações.

O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.

Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.

“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.

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Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.

“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.

O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.

Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.

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O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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