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Ministro Luiz Marinho recebe bispo da Diocese de Jales para discutir políticas voltadas à juventude

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu nesta terça-feira (20), em Brasília, o bispo da Diocese de Jales (SP), Dom José Reginaldo Andrietta. Membro da Comissão Episcopal Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom José também é uma referência na Pastoral Operária Nacional.

Durante o encontro, foram discutidas políticas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que podem dialogar e atuar de forma complementar ao trabalho desenvolvido pela Diocese junto à juventude da região do noroeste paulista.

Dom José Reginaldo Andrietta apresentou as ações realizadas pela Diocese e solicitou apoio das políticas públicas do MTE para ampliar oportunidades de inclusão social por meio do trabalho, contribuindo para afastar os jovens de situações de vulnerabilidade e influências negativas.

O ministro destacou que o MTE tem se empenhado em retomar e fortalecer políticas públicas que foram interrompidas ou enfraquecidas em governos anteriores. Segundo ele, diversas iniciativas já em execução podem ser colocadas à disposição da Diocese, especialmente nas áreas de formação profissional e economia solidária. “Muitas políticas foram paralisadas no passado e ainda estamos no processo de recuperação. O governo Lula está trabalhando para reativar e fortalecer essas ações”, afirmou.

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Como encaminhamento imediato, Luiz Marinho colocou à disposição a Escola do Trabalhador 4.0, iniciativa do MTE em parceria com a Microsoft, que oferece 10 milhões de vagas gratuitas em cursos on-line na área de Tecnologia da Informação. O programa tem como objetivo desenvolver habilidades digitais e ampliar as oportunidades de inserção profissional dos jovens na Economia 4.0.

Outras iniciativas, como projetos de empreendedorismo vinculados à economia solidária, também foram debatidas como alternativas para promover a inclusão produtiva da juventude do noroeste paulista.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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