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Ministro Silvio Costa Filho apresenta Plano de Investimentos do Aeroporto de Guarulhos nesta quinta-feira (11)

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e o diretor-presidente da GRU Ariport, Osvaldo Garcia, apresentam, nesta quinta-feira (11), o Plano de Investimentos do Aeroporto Internacional de Guarulhos, que inclui a ampliação da capacidade operacional do aeródromo, fortalecimento da segurança e melhoria na experiência dos passageiros.

O anúncio marca mais um avanço na modernização da infraestrutura aeroportuária brasileira, especialmente após a repactuação do contrato de concessão do aeroporto, que permitiu a retomada de investimentos estratégicos no terminal.

Os recursos serão aplicados na ampliação e modernização da Delegacia da Polícia Federal no aeroporto, com aumento da área física e melhoria das condições de trabalho, o que garante mais agilidade no controle migratório e nas ações de segurança; instalação de novos equipamentos de segurança no terminal; construção do novo píer, que amplia a capacidade de atendimento de passageiros no Terminal 3, entre outros. As obras e melhorias em andamento e previstas garantem mais capacidade, mais conforto e bem-estar aos passageiros.

Credenciamento
Ao final da cerimônia, o ministro atenderá os profissionais de imprensa. Os interessados na cobertura do evento poderão solicitar a participação pelo e-mail [email protected]. Não está prevista transmissão.

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Serviço
O quê: Apresentação do Plano de Investimentos do Aeroporto de Guarulhos
Quando: Quinta-feira, 11 de dezembro
Horário: 10h
Onde: Sala de Imprensa do Aeroporto de Guarulhos – Terminal 2, Mezanino

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nacional

Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais

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Brasília, 27/05/2026 – O Brasil tem hoje em andamento mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais relacionados às áreas cíveis e penais, incluindo pedidos de extradição e de transferência de pessoas condenadas, somando-se os emitidos pelo país com os recebidos de outras nações.

O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.

Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.

“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.

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Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.

“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.

O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.

Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.

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O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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