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Ministro Silvio Costa Filho participa do lançamento do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio

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O Governo Federal deu um passo histórico no enfrentamento à violência de gênero nesta quarta-feira (4). Em cerimônia no Palácio do Planalto, foi lançado o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, uma estratégia de Estado que une os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em uma atuação coordenada e permanente. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, esteve presente no ato, reforçando o compromisso da pasta com a pauta de proteção às mulheres.

A iniciativa surge em resposta a um cenário alarmante: atualmente, quatro mulheres são vítimas de feminicídio a cada 24 horas no Brasil. Para mudar essa realidade, o Pacto cria um Comitê Interinstitucional de Gestão e estabelece metas claras para garantir medidas protetivas mais ágeis, unificar dados de inteligência e combater o machismo estrutural sob o lema “Todos Juntos por Todas”.

O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; do vice-presidente, Geraldo Alckmin; dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre; e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin; e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Também estavam presentes ministros do governo, parlamentares e autoridades.

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Em seu discurso, o presidente Lula destacou a necessidade de engajamento masculino no enfrentamento ao problema. “Talvez esta seja a primeira vez em que nós, homens, estamos aqui, juntos com as nossas companheiras, dizendo: ‘a luta não é só de vocês’. Essa batalha não se resolve apenas com leis; ela só termina quando a sociedade inteira, homens e mulheres, perseguir de forma indefinida a punição para que nunca mais um homem agrida uma mulher”, afirmou o presidente.

“Estamos aqui, juntos com as nossas companheiras, dizendo: a luta não é só de vocês” Luiz Inácio Lula da Silva

Para o ministro Silvio Costa Filho, a união dos poderes envia uma mensagem clara de tolerância zero à impunidade. Presente na solenidade, ele destacou a urgência de ampliar o debate na sociedade. “É fundamental que nós, homens, independentemente de qualquer posição, ampliemos a defesa das mulheres e o debate sobre o feminicídio. Infelizmente, todos os dias, quatro mulheres são vítimas desse crime no país, e não podemos aceitar essa realidade. Por isso, o Governo Federal, o Judiciário e o Legislativo vão avançar em leis mais severas. Vamos juntos trabalhar a favor das brasileiras”, declarou o ministro.

Silvio Costa Filho presente no evento
Silvio Costa Filho presente no evento
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Compromisso do MPor

O Ministério de Portos e Aeroportos já atua ativamente nessa frente. Em dezembro de 2025, a pasta lançou a campanha “Assédio Não Decola, Feminicídio Também Não“, uma evolução das ações iniciadas em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e as concessionárias aeroportuárias.

A iniciativa aproveita a grande circulação dos terminais de passageiros para conscientizar a população e inibir comportamentos abusivos. A ação estabeleceu protocolos claros de prevenção e denúncia contra a importunação sexual e a violência política de gênero no ambiente aéreo, distribuindo guias de orientação e ampliando os canais de suporte para criar uma rede de proteção efetiva, tanto em solo quanto dentro das aeronaves.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MME abre consulta pública do Plano Decenal de Expansão de Energia 2036

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta quinta-feira (8/10), a consulta pública do Relatório Síntese do Plano Decenal de Expansão de Energia 2036 (PDE 2036). Elaborado junto à Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o documento apresenta as principais perspectivas para a oferta e a demanda de energia no Brasil entre 2027 e 2036.

A partir desta edição, o PDE passa a ser apresentado com uma nova estrutura. Historicamente, o plano reunia mais de 600 páginas. Agora, os principais resultados passam a ser consolidados em um Relatório Síntese, com conteúdo mais objetivo e acessível ao público. As informações do PDE 2036 começaram a ser publicadas em julho deste ano, com a divulgação do Caderno de Contexto, Perspectivas e Premissas, que reúne o contexto nacional e internacional e as premissas econômicas e demográficas que orientam as análises do plano.

Nesta edição, o Relatório Síntese está organizado em quatro capítulos. O primeiro apresenta uma visão geral do plano, com destaques sobre segurança energética, transição energética e investimentos do setor nos próximos dez anos, além da projeção agregada de demanda e oferta de energia. Os Capítulos 2 e 3 detalham, respectivamente, a demanda e a oferta de energia. Outra novidade desta edição é o Capítulo 4, “Questões para o Futuro do Setor Energético Brasileiro”, aberto à participação de instituições, empresas, especialistas e cidadãos, que poderão indicar temas relevantes a serem tratados nos próximos anos. O conteúdo deste capítulo será consolidado na versão final do relatório, a partir das contribuições recebidas na consulta pública e da avaliação técnica do MME e da EPE.

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Como complemento ao Relatório Síntese, dez cadernos temáticos do PDE 2036 serão publicados nas próximas semanas, detalhando as análises e projeções para diferentes áreas do setor energético:

  • Demanda de Energia;

  • Eletromobilidade;

  • Eficiência Energética e Recursos Energéticos Distribuídos;

  • Produção de Petróleo e Gás Natural;

  • Refino e Infraestrutura de Abastecimento;

  • Gás Natural;

  • Biocombustíveis e Combustíveis Sintéticos;

  • Geração de Energia Elétrica;

  • Transmissão de Energia Elétrica;

  • Meio Ambiente, Sociedade e Energia.

Para participar da consulta pública, os interessados poderão enviar suas contribuições até o dia 6 de novembro, por meio do portal do MME e pela plataforma Brasil Participativo. 

Acesse aqui o Relatório Síntese e os estudos complementares do PDE 2036.
 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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