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MJSP promove III Workshop de Gestão e Execução das Transferências Obrigatórias do Fundo Nacional de Segurança Pública

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Brasília, 13/08/2025 – Aprimorar as habilidades, aprofundar os conhecimentos e trocar experiências são os principais objetivos do III Workshop de Gestão e Execução das Transferências Obrigatórias do Fundo Nacional de Segurança Pública, que começou nesta quarta-feira (13) e vai até sexta-feira (15), no Palácio da Justiça, em Brasília.

Desde 2019, o Fundo Nacional de Segurança Pública já destinou mais de R$ 6 bilhões aos entes federativos por meio de transferências obrigatórias, o que consolida o workshop como um dos momentos mais importantes para que as dúvidas dos gestores públicos sejam sanadas e a gestão do Fundo, aprimorada.

O treinamento é exclusivo para os gestores dos fundos estaduais e do Distrito Federal de Segurança Pública. Os 140 representantes das 27 unidades da Federação participam da instrução, que visa fortalecer as capacidades técnicas para a execução eficiente e adequada de prestação de contas dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) na modalidade fundo a fundo.

A ideia é desenvolver e aprimorar habilidades práticas sobre o assunto dos profissionais envolvidos, proporcionando-lhes as ferramentas e o conhecimento necessários para garantir a gestão transparente e responsável, em total conformidade com as diretrizes e exigências do Tribunal de Contas da União (TCU).

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Compartilhamento de ações

De acordo com o secretário Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Mario Sarrubbo, o compartilhamento de ações de governança e gestão para aprimorar a execução dos valores representa um marco significativo no fortalecimento da gestão dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

“A importância desse evento reside na promoção da capacitação técnica, no estímulo à integração entre os entes federados e na disseminação das melhores práticas, elementos vitais para uma execução eficiente e transparente dos recursos”, destacou Mario Sarrubbo.

Segundo a diretora de Gestão do Fundo Nacional de Segurança Pública (DGFNSP), Camila Pintarelli, o encontro materializa as reuniões da Rede Interfederativa, contribuindo com a construção de um ambiente de auxílio mútuo entre Estados e União, além de permitir o constante aprimoramento da gestão orçamentária do Fundo, com reflexos diretos na consecução das políticas de segurança pública.

“O Workshop já é um evento esperado no calendário dos gestores técnicos de segurança pública em todo o País. Graças a ele, estamos evoluindo na administração do Fundo de forma dialógica, respeitando as especificidades e as necessidades de cada ente”, ressaltou Camila Pintarelli.

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Orientação individualizada

A diretora comentou ainda que, com a capacitação, espera-se promover o alinhamento dos conceitos que permeiam a transferência obrigatória na modalidade fundo a fundo, quanto às normas e aos procedimentos, visando cumprir as previsões legais destinadas à utilização dos recursos do FNSP.

“Os três dias de workshop certamente eliminarão os poucos pontos de dúvida ainda existentes, fazendo isso por meio de palestras e orientações ao vivo e individualizadas. Além disso, o encontro possibilita que a presença federativa nutra experiências bem-sucedidas passíveis de serem replicadas em outros estados”, acrescentou Camila Pintarelli.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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