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MMA apresenta RedeTrilhas como estratégia de conectividade para espécies migratórias

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) apresentou, nesta quarta-feira (25/3), a Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade (RedeTrilhas) como uma ferramenta estratégica para a conservação da biodiversidade. Em evento paralelo na 15ª Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS, na sigla em inglês), especialistas destacaram que, para além do lazer, esses caminhos funcionam como corredores ecológicos essenciais para o deslocamento de espécies migratórias entre paisagens fragmentadas.

Instituída em 2018, a RedeTrilhas é fruto da governança entre o MMA, o Ministério do Turismo e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O objetivo é conectar pontos do patrimônio natural e cultural brasileiro, criando eixos de proteção que atravessam diferentes territórios, privados ou públicos, como os que compõem o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC).

“As trilhas têm o papel de integrar pessoas e ecossistemas, efetivando a política do SNUC e garantindo que as áreas protegidas não sejam ilhas isoladas”, afirmou o coordenador-geral de Gestão do SNUC no MMA, Bernardo Issa de Souza.

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“Muitas espécies utilizam essas faixas de vegetação para se movimentar entre unidades de conservação. É uma ferramenta de conservação reconhecida internacionalmente, inclusive pela União Internacional para Conservação da Natureza (UICN)”, explicou o diretor do Departamento de Áreas Protegidas (DAP) do MMA, Pedro da Cunha e Menezes. Além de reforçar a potência das trilhas como corredores ecológicos, Menezes destacou que o modelo brasileiro se diferencia pela forte participação social. “É um processo de construção de baixo para cima, que nasce nas comunidades e usuários, tornando a política sólida e resiliente”, disse.

O evento paralelo sobre a RedeTrilhas também abordou desafios, como o controle de espécies invasoras e o manejo do impacto da visitação. Segundo o analista ambiental do MMA, Samuel Schwaida, a solução passa pela educação ambiental dos usuários. “O uso sustentável dessas trilhas é o que garante que elas permaneçam como corredores seguros para a fauna silvestre”, concluiu.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Pescado na mesa, saúde no prato: lançamento da Semana do Pescado

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De 1º a 15 de setembro será realizada a Semana do Pescado 2026. Criada em 2003 pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a iniciativa se firma como uma forma de incentivar o consumo de peixes, crustáceos e moluscos em todo o Brasil. Também tem o objetivo de valorizar o empreendedorismo pesqueiro. 

“Nós precisamos universalizar o consumo do pescado no Brasil. O setor produtivo está muito organizado. São pescadores, armadores, feiras e empresas que envolvem essa cadeia. O pescado brasileiro precisa estar na nossa mesa. Que a nossa população possa consumir o pescado que é altamente nutritivo”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo. 

A Campanha propõe que as pessoas criem o hábito de incluir o consumo do pescado ao menos uma vez por semana. A mobilização envolve as entidades: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Comércio (CNC), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Associação Brasileira de Fomento ao Pescado (Abrapes), Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP) e Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). 

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Pilares da Campanha:

– Saúde: foco técnico no bem-estar e nutrição;

– Curiosidade: descoberta de novas espécies e preparos.

– Prazer: a gastronomia como experiência de celebração e

– Hábito: consistência na rotina alimentar brasileira.

Segundo o Painel Unificado do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), no Brasil, há 1.776.366 pescadores, 35.442 aquicultores, 4.018 armadores, 1.069 empresas pesqueiras e 25.533 embarcações de pesca.

 

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura 

[email protected] 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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