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MME abre consulta pública sobre Plano de Ação Nacional para a Mineração Artesanal e em Pequena Escala de Ouro

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta quinta-feira (9/7), consulta pública sobre a minuta do Plano de Ação Nacional para a Mineração Artesanal e em Pequena Escala de Ouro (PAN-MAPE de Ouro). A iniciativa atende às diretrizes da Convenção de Minamata sobre Mercúrio, tratado internacional do qual o Brasil é signatário. As contribuições podem ser enviadas até 7 de agosto pelo portal de Consultas Públicas do MME e do Brasil Participativo.

A Convenção orienta os países a elaborarem estratégias nacionais voltadas à redução dos impactos associados ao uso de mercúrio na mineração artesanal e em pequena escala de ouro, considerando as características dessa atividade em cada país.

A proposta de Plano reúne ações relacionadas à governança da atividade, à formalização de empreendimentos, à adoção de tecnologias alternativas ao uso de mercúrio, ao fortalecimento da capacidade institucional e ao aprimoramento dos mecanismos de monitoramento e controle.

A elaboração da minuta foi coordenada pelo MME, em articulação com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério da Saúde (MS), o Ministério dos Povos Indígenas (MPI), a Agência Nacional de Mineração (ANM), o Ibama, o Centro de Tecnologia Mineral (CETEM), instituições de pesquisa, organismos internacionais e representantes da sociedade.

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O documento foi desenvolvido com base no diagnóstico nacional da mineração artesanal e em pequena escala de ouro elaborado pelo Núcleo de Pesquisa para Pequena Mineração Responsável da Universidade de São Paulo (NAP.Mineração/USP), com apoio do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

A consulta pública tem como objetivo receber contribuições de representantes da sociedade civil, do setor produtivo, da academia, de instituições públicas e dos demais interessados. As manifestações serão analisadas e poderão subsidiar a consolidação da versão final do Plano de Ação Nacional a ser apresentada pelo Brasil no âmbito da Convenção de Minamata sobre Mercúrio.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Sistema Interligado Nacional: saiba como a rede conecta a geração e o consumo de energia elétrica no Brasil

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A energia elétrica utilizada em residências, comércios, indústrias e serviços percorre um longo caminho desde a geração até o consumo. Esse processo ocorre por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN), uma rede composta por usinas, linhas de transmissão e subestações que conecta grande parte do território brasileiro.

O SIN permite que a energia gerada por diferentes fontes de energia (hídrica, térmica, solar e eólica) e em todas as regiões do país seja transportada em todo o território nacional. Essa integração possibilita que o sistema elétrico opere de forma coordenada e contribui para o atendimento da demanda do sistema elétrico.

Uma rede integrada

O SIN é formado por quatro grandes subsistemas: Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte. A conexão entre eles ocorre por meio de linhas de transmissão de alta tensão que percorrem milhares de quilômetros, permitindo a transferência de energia entre as regiões.

Essa estrutura considera as características de cada região. Enquanto algumas concentram maior geração hidrelétrica, outras possuem forte participação das fontes eólica e solar.

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Segurança e confiabilidade

A operação do SIN é coordenada, em tempo real, pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O objetivo é coordenar a utilização dos recursos disponíveis, acompanhando continuamente a geração e o consumo de energia elétrica.

Por meio dessa operação integrada, a energia produzida em diferentes regiões do país pode ser direcionada para atender à demanda do sistema elétrico e contribui para o funcionamento da rede de fornecimento de energia no Brasil.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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