Nacional

MME destaca programas para expansão do setor de óleo e gás em fórum político

Publicado

O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta sexta-feira (15/8), do Fórum Político Setorial de Óleo e Gás, realizado em São Paulo. O evento reuniu empresários, investidores, parlamentares e representantes do governo para discutir perspectivas e oportunidades para o setor energético brasileiro.

Representando o ministro Alexandre Silveira, o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, Pietro Mendes, conduziu o painel de abertura, abordando iniciativas como o leilão do pré-sal, o programa Gás para Todos, a Lei do Combustível do Futuro e a expansão do biometano na matriz de transportes brasileira.

“Essas iniciativas evidenciam o avanço do Brasil na ampliação da oferta de energia limpa, no fortalecimento da competitividade do setor e na atração de novos investimentos. Estamos promovendo uma transformação no setor energético nacional, com foco na segurança energética e no desenvolvimento sustentável”, destacou o secretário.

O debate passou ainda por temas regulatórios e de mercado, incluindo a reforma do gás liquefeito de petróleo (GLP), investimentos e regulação do gás natural, definição de preços de referência do petróleo e fiscalização de combustíveis e do RenovaBio.

Leia mais:  NOTA DE REPÚDIO - Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


Instagram Twitter Facebook YouTube Flickr LinkedIn

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

Publicado

O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

Leia mais:  "Nós queremos acabar com a escala 6x1 imediatamente", afirma Luiz Marinho na ALMG

Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

Leia mais:  Cidades do Grande ABC paulista aderem ao Programa Município Mais Seguro

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana