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MME e instituições do setor elétrico firmam acordo para fortalecer o Portal dos Sistemas Isolados

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O Ministério de Minas e Energia (MME) firmou, no último dia 26, um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com quatro instituições do setor elétrico – a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O objetivo é aprimorar o Portal de Acompanhamento e Informações dos Sistemas Isolados (PASI), ferramenta estratégica que reúne e disponibiliza dados sobre regiões ainda não conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Os chamados Sistemas Isolados concentram-se, em sua maioria, na Amazônia Legal, onde o fornecimento de energia é mais complexo e oneroso. Para enfrentar esse desafio, o PASI foi lançado em 2024 como parte do Programa Energias da Amazônia (Decreto nº 11.648/2023), com a missão de organizar e disponibilizar informações sobre essas localidades, ampliando a transparência para empreendedores, instituições e sociedade.

Com o novo acordo, o portal passa a ganhar mais eficácia, assegurando maior agilidade na coleta e análise de dados, segurança no intercâmbio de informações entre os órgãos, consolidação de dados de mercado, geográficos e econômicos e, sobretudo, uma base mais sólida para a formulação de políticas públicas voltadas à redução de custos e de emissões de CO₂.

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Segundo Gustavo Cerqueira Ataíde, Secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento do MME, a iniciativa representa um passo fundamental. “O fortalecimento do PASI contribui diretamente para a missão do Programa Energias da Amazônia, que é garantir aos consumidores da Amazônia Legal acesso a uma energia cada vez mais limpa, segura e com menor impacto à Conta de Consumo de Combustíveis (CCC)”, destacou.

O futuro do PASI

O ACT foi elaborado com base na Portaria Normativa nº 59/GM/MME, de 2022, e estruturado em um plano de trabalho que define atribuições, metas e responsabilidades de cada instituição envolvida. As equipes técnicas participaram de reuniões conjuntas para garantir um processo integrado e eficiente.

Com o ACT, o portal não será apenas atualizado, mas constantemente aprimorado. Nesse contexto, o PASI se consolida como uma ferramenta estratégica para monitorar os sistemas isolados, apoiar o planejamento energético do país, estimular a inovação e a competitividade, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável e para a transição rumo a uma matriz energética mais limpa.

Em resumo, a união entre MME, EPE, ONS, ANEEL e CCEE reforça a governança do setor e garante que o PASI siga como um aliado fundamental na construção de um futuro energético mais eficiente, transparente e sustentável para a Amazônia Legal e para todo o Brasil.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Economia Solidária: Finep abre seleção de projetos de inovação social

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A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançou a seleção pública do Programa Nacional de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares (Proninc) 2026, para apoiar projetos de desenvolvimento tecnológico e inovação social voltados à economia solidária.

A chamada pública tem como objetivo selecionar propostas apresentadas por Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) para o desenvolvimento ou a adaptação de tecnologias aplicáveis aos Empreendimentos Econômicos Solidários (EES). As iniciativas deverão ser executadas de forma conjunta por Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares (ITCPs) e Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), fortalecendo a integração entre conhecimento científico, inovação tecnológica e saberes dos territórios. Apoio financeiro varia de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por projeto.

Os projetos deverão priorizar processos participativos de diagnóstico, desenvolvimento, experimentação, validação e aplicação de soluções tecnológicas, garantindo o protagonismo dos empreendimentos e das comunidades beneficiadas.

Áreas prioritárias

As propostas deverão estar alinhadas a pelo menos uma das cinco áreas temáticas definidas pelo edital:

  • Agroecologia, soberania alimentar e sistemas produtivos sustentáveis;
  • Saneamento, reuso de água e aproveitamento de resíduos;
  • Desenvolvimento de sistemas digitais e tecnologias financeiras solidárias;
  • Energias renováveis;
  • Saúde, segurança do trabalho, cuidado e bem viver nos territórios.
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Cada projeto poderá contemplar mais de uma área, desde que haja coerência entre os objetivos, metas e soluções propostas.

Quem pode participar

Podem participar como Instituição Executora as ICTs públicas e as ICTs privadas sem fins lucrativos que atendam aos requisitos estabelecidos no edital.

Limites de valor por proposta

Valor mínimo solicitado à Finep: R$ 2 milhões;

Valor máximo solicitado à Finep: R$ 5 milhões;

Prazo máximo de execução: 36 meses

Principais prazos

a) Término do prazo para envio do cadastro no SISGON, nos segmentos “Básico de Pessoa Jurídica” e “Documentos Institucionais”: 09/10/2026, até as 17h, horário de Brasília;

b) Término do prazo para envio da proposta no SISGON: 14/01/2027, até as 17h, horário de Brasília;

Saiba mais sobre o edital aqui

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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