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MME participa de debate sobre marco legal do armazenamento de energia no Senado

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta terça-feira (01/10), do café da manhã “A Urgência do Marco Legal do Armazenamento”, realizado no Senado Federal. O evento reuniu parlamentares, autoridades e representantes do setor energético para debater a importância da regulamentação do armazenamento de energia no Brasil, e foi realizado pelas entidades ABSAE, ABGD, ABSOLAR e ABEEólica.

O encontro destacou o papel estratégico do armazenamento para a segurança energética, a sustentabilidade e a competitividade do setor. Tradicionalmente associado às usinas hidrelétricas com reservatórios, o armazenamento ganha novo protagonismo diante da expansão das fontes renováveis variáveis, como a solar e a eólica, que exigem soluções para lidar com rampas de carga e assegurar maior confiabilidade no fornecimento de energia elétrica.

Para a diretora do Departamento de Planejamento e Outorgas de Geração de Energia Elétrica do MME, Christiany Salgado Faria, a agenda é fundamental para o futuro do setor. “O armazenamento de energia é um tema central para garantir estabilidade, flexibilidade e maior integração das fontes renováveis à matriz elétrica brasileira. É uma discussão que fortalece a segurança energética e abre espaço para mais competitividade e sustentabilidade no país”, afirmou.

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O MME tem avançado na discussão do tema. Em 2024, realizou consulta pública sobre o Leilão de Reserva de Capacidade voltado para a contratação de baterias. Desde então, o debate regulatório e a evolução tecnológica avançaram significativamente, o que reforça a necessidade de atualizar o marco legal para que o país esteja preparado para incorporar de forma eficiente essas soluções ao sistema elétrico nacional.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MME abre consulta pública sobre metas do RenovaBio para o período de 2027 a 2036

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta terça-feira (15/9), a Consulta Pública nº 232/2026, para receber contribuições sobre as metas anuais de redução de emissões de gases de efeito estufa do RenovaBio para o período de 2027 a 2036. A consulta ficará aberta por 45 dias e integra o oitavo ciclo de definição das metas da Política Nacional de Biocombustíveis.

A proposta prevê uma trajetória de descarbonização do setor de combustíveis que poderá alcançar, em 2036, redução de 12,1% da intensidade de carbono na matriz de combustíveis brasileira em relação ao nível registrado em 2018. As metas orientam o mercado de Créditos de Descarbonização (CBIOs) e reforçam o papel dos biocombustíveis na transição para uma matriz energética de menor intensidade de carbono.

Para subsidiar as contribuições da sociedade, o MME disponibilizou o Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR), as modelagens utilizadas para a construção das metas, planilhas e memórias de cálculo, a estimativa de emissão de CBIOs para 2027 e a proposta de metas para o decênio. A análise considera fatores como oferta de combustíveis, previsibilidade do mercado de CBIOs, equilíbrio do programa e proteção dos interesses do consumidor.
As contribuições podem ser enviadas até 29 de outubro pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

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Entenda os ciclos do RenovaBio
As metas nacionais do RenovaBio são estabelecidas para períodos de dez anos e atualizadas em ciclos sucessivos, permitindo incorporar novas projeções sobre o mercado de combustíveis, a oferta de biocombustíveis e a evolução da intensidade de carbono na matriz energética do país.

A partir das metas nacionais, são definidas anualmente metas individuais para os distribuidores de combustíveis, considerando a participação de cada empresa no mercado de combustíveis fósseis. O cumprimento ocorre por meio da aquisição e aposentadoria de CBIOs, sendo que cada crédito corresponde a uma tonelada de dióxido de carbono equivalente evitada. 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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