Mato Grosso

MT Hemocentro realiza coleta de sangue neste sábado (1º) para reforço dos estoques

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O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, realizará coletas de sangue neste sábado (01.03), das 7h30 às 12h, na sede, em Cuiabá. A iniciativa busca reforçar o estoque da unidade para os dias de Carnaval e atender voluntários que não conseguem comparecer ao local em dias úteis.

A diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, destacou que as doações feitas nestes dias são de extrema importância para manter o estoque abastecido durante os dias de Carnaval.

“Estamos abrindo as portas do MT Hemocentro neste sábado para pessoas que não podem comparecer nos dias úteis e para abastecer o nosso estoque para o Carnaval. As bolsas de sangue coletadas na unidade abastecem hospitais públicos do Estado e beneficiam pessoas que necessitam de transfusões de bolsas de sangue em Mato Grosso”, destacou a diretora.

Além disso, também serão feitas coletas itinerantes e internas nos seguintes locais e datas:

  • Coleta externa na Câmara Municipal de Cuiabá, de 25 a 27 de fevereiro;
  • Coleta externa no Shopping 3 Américas, de 25 a 27 de fevereiro;
  • Coleta externa em Várzea Grande no dia 27 de fevereiro;
  • Coleta externa em Nova Mutum, de 24 a 28 de fevereiro;
  • Campanha interna “Pintor Sangue Bom”, de 24 a 28 de fevereiro.
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Para doar sangue, os interessados devem comparecer em uma das unidades de coleta portando um documento oficial com foto; é preciso ter entre 16 e 69 anos e 11 meses e 29 dias. Menores com idade entre 16 e 17 anos devem levar um documento de autorização assinado pelo pai, mãe ou responsável legal.

Além do mais, todos os doadores precisam pesar 50kg ou mais e estar bem alimentado e hidratados para realizar a doação. Não é recomendado fazer a doação em jejum, o doador precisa realizar uma refeição leve e equilibrada antes de doar sangue.

Serviço

Para agendar a doação de sangue na sede do MT Hemocentro, basta acessar o Sistema de Agendamento. O voluntário também pode agendar as doações pelo telefone (65) 98433-0624 (WhatsApp, somente mensagem), ou pelo número (65) 3623-0044, ramais 2024, 202 e 2026.

O banco de sangue fornece o atestado de comparecimento ao doador. Para quem compareceu e, por algum motivo, não pôde doar, a unidade fornece um comprovante de comparecimento para justificar a falta no trabalho.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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