Mato Grosso

Seduc lança edital do Pré-Enem Digit@l MT 2026 com aulas presenciais e plataforma on-line

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) publicou, nesta quinta-feira (19.2), o Edital Nº 003/2026/GS/SEDUC/MT, que estabelece a abertura das inscrições e os procedimentos para participação no Projeto Pré-Enem Digit@l MT – Edição 2026. A iniciativa é destinada, prioritariamente, a estudantes concluintes do Ensino Médio da rede estadual e também a alunos do 2º ano, com oferta de preparação em duas modalidades: presencial e on-line.

Nesta edição, o Pré-Enem Digit@l MT será ofertado no formato presencial, com atividades semanais que incluem aula, oficina de redação e simulado, nos polos das Diretorias Regionais de Educação (DREs) e da Diretoria Metropolitana de Educação (DME). Já no formato on-line, os participantes terão acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), com disponibilização de aulas, materiais didáticos e simulados.

Poderão se inscrever, prioritariamente, estudantes concluintes do Ensino Médio da rede estadual em 2026, em diferentes modalidades, como Ensino Médio Regular, Integral, Profissional e Tecnológico, Educação do Campo e Quilombola, Educação Escolar Indígena, Sistema Socioeducativo, Programa de Recomposição de Aprendizagem, além de EJA (2º e 3º semestres) e EJA no Sistema Prisional (2º e 3º semestres). O projeto também contempla estudantes do 2º ano do Ensino Médio da rede estadual.

Ao todo, serão 20 mil vagas para acesso ao AVA. As vagas serão distribuídas por DRE/DME e, caso a demanda pelas vagas presenciais seja superior ao quantitativo disponibilizado, terão prioridade, sucessivamente, estudantes matriculados no 3º ano do Ensino Médio e/ou no 2º e 3º semestre da EJA, ou ainda por ordem de inscrição, até o limite definido.

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As inscrições excedentes serão mantidas em lista de espera para convocação em caso de desistências. Nessa condição, o estudante receberá o material impresso e poderá acompanhar as aulas pelo AVA.

As inscrições serão gratuitas e devem ser realizadas entre 00h do dia 20 de fevereiro e 23h59 do dia 31 de março de 2026, exclusivamente por formulário eletrônico específico vinculado a cada DRE e à DME (confira no anexo)

As aulas presenciais ocorrerão uma vez por semana, nos municípios polo de cada regional. Na DME, haverá escolas-polo em Cuiabá e Várzea Grande. Excepcionalmente, o município polo da DRE de Diamantino será Nova Mutum.

De acordo com o edital, a data da aula inaugural será divulgada nos canais oficiais e no site institucional da Seduc. As atividades do projeto seguem até 28 de novembro de 2026, com observância do recesso escolar entre 4 e 20 de julho de 2026. Em caso de desistência das aulas presenciais, o estudante deverá comunicar a respectiva DRE/DME, para que a vaga seja disponibilizada ao próximo inscrito na lista de espera.

A Seduc irá disponibilizar material didático nas versões impressa e digital, composto por obras específicas para as quatro áreas do conhecimento do Ensino Médio, além de um volume exclusivo de Redação. A entrega do material impresso estará condicionada à assinatura do Termo de Responsabilidade e Compromisso, obedecendo ordem de prioridade que considera, entre outros critérios, o formato de participação (presencial/on-line) e a condição de concluinte.

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Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, o Pré-Enem Digit@l MT é uma estratégia concreta para ampliar oportunidades e aproximar os estudantes da rede pública do ensino superior.

“O Enem ainda é uma das principais portas de entrada para o curso superior, e o papel do Estado é garantir que nossos estudantes cheguem a essa prova com preparação, confiança e repertório. O Pré-Enem Digit@l MT organiza uma trilha de estudos, fortalece a redação e treina a resolução de questões, ajudando o aluno a transformar esforço em resultado”, avalia ele.

Segundo o secretário, o projeto também é uma forma de reduzir desigualdades educacionais, especialmente para quem enfrenta obstáculos de acesso a cursinhos e materiais de qualidade.

“Quando oferecemos aulas presenciais nos polos e, ao mesmo tempo, uma plataforma on-line com conteúdo, simulados e materiais, nós democratizamos a preparação. Isso significa dar condições reais para que o estudante da rede estadual dispute uma vaga no ensino superior em pé de igualdade, com apoio pedagógico e acompanhamento ao longo do ano”, completa Alan Porto.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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