Mato Grosso

MT realiza 7º Fórum Estadual de Vigilância para a Febre Aftosa na próxima quinta-feira (28)

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Mato Grosso detém o título de Estado com o maior número de bovinos do País, com mais de 31 milhões de cabeças de gado, e aprimorar mecanismos de vigilância e prevenção contra a febre aftosa para proteger o rebanho é o foco principal do 7º Fórum Estadual de Vigilância para a Febre Aftosa, que ocorrerá na quinta-feira (28.11) às 9h. A realização do evento é do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) e as cinco instituições que compõem a Equipe Gestora Estadual do Plano Estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa em Mato Grosso (PNEFA-MT).

O evento, realizado de forma online pelo canal no Youtube da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), é essencial para produtores rurais, trabalhadores rurais, revendedores de produtos veterinários, transportadores de animais, estudantes e profissionais da área.

Durante mais de três horas, os participantes poderão trocar informações, tirar dúvidas e fortalecer a parceria entre produtores e o serviço de defesa animal. Os interessados podem realizar a inscrição clicando aqui.

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Palestras

Após a abertura, às 9h20, será realizada a palestra ‘A importância da Vigilância Sanitária para a saúde animal e econômica de Mato Grosso’, ministrada pelo médico-veterinário e diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Francisco Manzi.

Em seguida, às 9h30, será a vez a do professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Daniel Moura de Aguiar, abordar no evento o tema ‘Como identificar suspeitas de Febre Aftosa nos animais’.

Encerrando o ciclo de palestras, às 10h, o representante da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), Manoel Augusto Monteiro Tamassia, irá falar sobre ‘Livre sem vacinação: experiência com requerimentos da Organização Mundial de Saúde Animal –OMSA e EUA (USDA)’.

Com o fim do ciclo de palestras, às 11h, será aberta a mesa redonda com a interação com espaço para perguntas do público participante. O evento será apresentado pela médica veterinária e integrante da Coordenadoria de Defesa Sanitária Animal (CDSA) do Indea, Daniella Soares.

Além do Indea, o ‘7º Fórum Estadual de Vigilância para Febre Aftosa’ é organizado pelas entidades: Famato Mapa, Acrimat, Acrismat (Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso), Aproleite (Associação dos Produtores de Leite de Mato Grosso), Fesa (Fundo Emergencial de Saúde Animal), CRMV-MT (Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia do Estado de Mato Grosso) e Sindifrigo (Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso).

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais neste domingo (11)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste domingo (11.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Juruena, Santa Terezinha e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 34 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 30 focos foram registrados na Amazônia e quatro focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foi identificado um foco de calor na Terra Indígena Aripuanã, em Aripuanã.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

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Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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