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MTE discute cooperação com Banco Mundial para qualificação e geração de empregos

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu, nesta segunda-feira (9), representantes do Banco Mundial na sede do MTE, em Brasília.

O encontro teve como objetivo reforçar o relacionamento institucional, renovar o diálogo estratégico e reafirmar o compromisso de cooperação em agendas estruturantes relacionadas ao mercado de trabalho, à geração de empregos e à qualificação profissional no Brasil.

Ao agradecer a visita, Luiz Marinho destacou o papel histórico do Banco Mundial como parceiro estratégico do país e manifestou disposição para aprofundar a cooperação técnica e desenvolver iniciativas conjuntas de médio e longo prazo. “O Ministério tem tarefas gigantescas, em particular neste período de grande velocidade nas transformações das relações e do mercado de trabalho. Pensar em parcerias tem essa magnitude. Agradeço imensamente a oportunidade de trocar experiências e de expressar os nossos desafios”, afirmou o ministro.

Cooperação técnica internacional

O Banco Mundial tem acompanhado e apoiado tecnicamente as iniciativas conduzidas pela Secretaria Nacional de Qualificação, Emprego e Juventude do MTE, inclusive no diálogo estabelecido com o governo da República da Coreia, voltado à transferência de conhecimento e de boas práticas internacionais.

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Durante o encontro, a diretora do Banco Mundial para o Brasil, Cecile Fruman, destacou a queda na taxa de desemprego no país e ressaltou a importância da parceria estratégica com o MTE. “Para o Banco Mundial, o emprego é a meta central. Tudo o que fazemos, atividades de financiamento e de produção de conhecimento, tem como objetivo gerar mais emprego e inclusão social. Então, essa parceria com este Ministério é realmente central para nós”, pontuou.

No âmbito da cooperação técnica já em curso entre o Ministério do Trabalho e Emprego e o Banco Mundial, destacam-se iniciativas como a modernização do Sistema Nacional de Emprego (Sine), o fortalecimento do Sistema de Informação do Mercado de Trabalho (SIMT), a digitalização e integração dos serviços públicos de emprego e o aperfeiçoamento das políticas ativas de emprego e qualificação profissional.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Nacional

Senad e Capes selecionam 24 projetos para ações de prevenção, cuidado e inclusão social

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Brasília, 18/6/2026 – A articulação entre ciência, extensão universitária e políticas públicas será ampliada com a implementação da Rede dos Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social na Política sobre Drogas (Rede Cais) Acadêmicos, linha específica do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação. A iniciativa, conduzida pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad/MJSP) em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), reunirá 24 universidades e institutos federais para desenvolver ações de inclusão social, prevenção e promoção de direitos em comunidades em situação de vulnerabilidade.

Com investimento superior a R$ 25 milhões, o programa estrutura a Rede Cais Acadêmicos, com atuação em todo o País. As instituições contempladas estão distribuídas pelas cinco regiões brasileiras, consolidando uma rede nacional voltada ao desenvolvimento de tecnologias sociais e à produção de conhecimento aplicado às realidades locais.

A ação integra a estratégia da Senad de impulsionar atividades de prevenção e cuidado, promovendo a articulação entre universidades, comunidades e serviços públicos para enfrentar desafios relacionados ao uso de álcool e outras drogas, à vulnerabilidade social e à garantia de direitos.

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Para a secretária nacional da Senad, Marta Machado, o programa representa mais um avanço na política sobre drogas no Brasil.

“Estamos falando de um investimento robusto de mais de R$ 25 milhões em ciência, pesquisa e extensão universitária. O objetivo é transformar conhecimento em novas tecnologias sociais e fortalecer a presença da política pública nos territórios mais vulnerabilizados”, ressalta.

Segundo a secretária, a rede selecionada terá alcance nacional inédito e contribuirá para ampliar o acesso a direitos fundamentais.

“Os centros vão atuar promovendo redução de riscos e danos, acolhimento, atenção psicossocial e, acima de tudo, o acesso aos direitos fundamentais. Essa é a materialização da nossa estratégia de prevenção ampliada”, afirma.

Rede nacional

Além de fomentar pesquisas e ações extensionistas, o programa busca produzir evidências e metodologias que possam subsidiar políticas públicas voltadas à prevenção, ao cuidado e à garantia de direitos de populações em situação de vulnerabilidade.

A expectativa é que a Rede Cais Acadêmicos contribua para reforçar a presença territorial das ações da Senad e aprimorar a articulação entre Governo Federal, instituições de ensino e sociedade civil, promovendo respostas mais qualificadas e integradas aos desafios sociais relacionados à política sobre drogas.

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Os projetos selecionados receberão bolsas e recursos de custeio para desenvolver as atividades previstas ao longo dos próximos anos. O resultado do edital foi divulgado em 11 de junho e está disponível aqui.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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