Mato Grosso

Nota MT possibilita pesquisa de preços e ajuda no orçamento doméstico do consumidor

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A ferramenta Menor Preço, um dos benefícios do programa Nota MT, foi desenvolvida para incentivar a participação do contribuinte no projeto de cidadania fiscal do Estado. Em entrevista ao podcast MT Conectado, Vinicius Simioni, secretário-adjunto de Projetos Estratégicos da Secretaria de Fazenda (Sefaz), explicou que esse instrumento de busca localiza os melhores preços no estado, além de impulsionar o cadastro no programa, por meio do registro de cupons fiscais em seu sistema.

“O Nota MT possibilita um melhor deslocamento e economia. Por exemplo, se preciso abastecer meu carro antes de ir ao trabalho, posso usar o aplicativo para pesquisar o local mais próximo e com um menor preço e abastecer ali mesmo”, disse o secretário.

O aplicativo utiliza o histórico de compras para oferecer orientação financeira e, com auxílio do GPS, identifica os estabelecimentos mais próximos, realizando uma pesquisa de preços de acordo com o período selecionado. Dessa forma, o usuário consegue economizar em seu orçamento doméstico. Um exemplo citado pelo secretário é a comparação do valor dos combustíveis.

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Simioni ainda reforçou que os comerciantes que emitem documentos fiscais regularmente têm seus dados registrados na ferramenta, o que facilita a escolha do consumidor. “No Menor Preço são exibidos os valores das empresas, que poderão ser escolhidos pelos usuários pelo custo, e ofertas expostas,” concluiu.

Como acessar?

Para utilizar a ferramenta, é necessário baixar o aplicativo Nota MT no celular ou acessar o site notamt.gov.br. Após realizar o cadastro com os dados pessoais, todas as funcionalidades ficam disponíveis, à exemplo da ferramenta Menor Preço.

*Com supervisão de Noelisa Andreola

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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