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Obras no Aeroporto do Recife e entorno serão acompanhadas por grupo com prefeitura, concessionária e MPor

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O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participou, nesta sexta-feira (17), da formalização do Grupo de Trabalho (GT) que acompanhará os investimentos em infraestrutura no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes Gilberto Freyre (PE) e em seu entorno. A iniciativa reúne a Prefeitura da capital pernambucana, a concessionária Aena Brasil e o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para garantir a integração das ações e a viabilização dos projetos previstos para o terminal.

Com foco na expansão da aviação e no fortalecimento da logística do Recife, o grupo atuará no desenvolvimento dos acessos ao novo complexo aeroportuário e no acompanhamento das intervenções urbanas ligadas ao terminal. A proposta é aproximar o aeroporto da cidade e transformar a área em um novo polo de mobilidade, serviços e negócios.

Segundo o ministro Tomé Franca, a iniciativa representa um marco para Pernambuco e reforça a visão integrada adotada pelo Governo do Brasil para o setor aéreo. “Esses investimentos representam melhorias não apenas para quem viaja, mas também para quem trabalha, produz e vive aqui. Um aeroporto moderno é mais do que uma porta de embarque: é um motor de desenvolvimento econômico, de turismo e de geração de oportunidades para a população”, afirmou.

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Os investimentos previstos estão divididos em duas frentes principais: o Plano de Desenvolvimento Imobiliário, com aporte de R$ 580 milhões, e o Terminal Intermodal, com R$ 60 milhões. Juntos, os projetos têm potencial para gerar cerca de 15 mil empregos diretos e indiretos. As obras serão executadas pela Aena Brasil em parceria com o Governo Federal, com início previsto ainda no segundo trimestre deste ano.

O projeto prevê um espaço de múltiplos usos, integração com a Praça Salgado Filho, reorganização dos fluxos para veículos por aplicativo, vans e ônibus de turismo, além de áreas de convivência, equipamentos culturais e soluções voltadas à mobilidade sustentável. A intenção é qualificar a experiência dos passageiros e fortalecer a conexão entre o aeroporto e a capital pernambucana.

“O sucesso do aeroporto é também o sucesso da cidade. Atuaremos juntos, com muita energia, para garantir um ambiente moderno, saudável e bem planejado”, afirmou o prefeito do Recife, Victor Marques.

Composto por representantes da Prefeitura do Recife, da Aena Brasil e do MPor, o Grupo de Trabalho acompanhará a implementação das ações de infraestrutura e dos processos de licenciamento urbano vinculados ao Plano de Desenvolvimento Imobiliário. O plano prevê o aproveitamento de 543 mil metros quadrados de áreas subutilizadas, com 1,3 milhão de metros quadrados de potencial construtivo, destinados à instalação de centros logísticos, empreendimentos comerciais, hotelaria e serviços.

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Para o diretor-presidente da Aena Brasil, Santiago Yus, o GT permitirá um acompanhamento mais eficiente das obras. “É fundamental termos uma forma de monitorar o projeto de maneira integrada, ao mesmo tempo em que as intervenções avançam”, destacou.

Aeroporto estratégico para o Nordeste

Atualmente, o terminal do Recife é o 5º maior do país em volume de cargas transportadas e um dos principais hubs aéreos do Nordeste. Em 2025, 9,7 milhões de passageiros passaram pelo terminal, que hoje oferece voos para dez destinos internacionais, incluindo Argentina, Estados Unidos e Portugal.

Com a ampliação da infraestrutura e as melhorias no entorno, a expectativa é que o principal terminal de Pernambuco ultrapasse a marca de 10 milhões de passageiros, consolidando-se como vetor de desenvolvimento urbano, logístico e turístico para o estado.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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24 de julho: Dia da Lei de Cotas e o Fortalecimento da Inclusão no Mercado de Trabalho

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Neste dia 24 de julho, celebra-se o marco da promulgação da Lei nº 8.213/1991. Embora a legislação trate da Previdência Social como um todo, foi o seu Artigo 93 que entrou para a história do país sob o nome de Lei de Cotas, um dos instrumentos mais expressivos de promoção da igualdade e inclusão social no Brasil.

A norma estabelece a obrigatoriedade da reserva de vagas para pessoas com deficiência e beneficiários reabilitados da Previdência Social em empresas com 100 ou mais empregados. Mais do que o cumprimento de uma exigência legal, a data convida à reflexão sobre a importância de garantir o direito ao trabalho em condições de equidade, dignidade e respeito.

Muito Além dos Números: Dignidade e Autonomia

A reserva legal de vagas surge como uma resposta necessária para equiparar oportunidades e combater as diversas barreiras enfrentadas historicamente por esses trabalhadores — sejam elas físicas, atitudinais, comunicacionais, tecnológicas ou organizacionais.

O acesso ao emprego formal é uma das ferramentas mais potentes para a promoção da cidadania plena. Ele proporciona:

  • Independência econômica e autonomia;
  • Desenvolvimento pessoal e profissional;
  • Sensação de pertencimento e participação social.
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A legislação reafirma que a deficiência não limita a capacidade individual de produzir, inovar e contribuir ativamente para o sucesso das organizações e para o avanço da sociedade.

Transformação Cultural nos Ambientes de Trabalho

A aplicação da Lei de Cotas impulsiona uma verdadeira revolução no ambiente corporativo. Para acolher a diversidade em sua totalidade, as organizações são estimuladas a adotar:

  • Medidas de acessibilidade arquitetônica e digital;
  • Tecnologias assistivas;
  • Adaptações razoáveis nos postos de trabalho;
  • Práticas contínuas de conscientização e combate ao preconceito.

Ambientes de trabalho inclusivos não apenas abrem portas, mas fortalecem o respeito à diversidade e mostram que a pluralidade de perfis é um fator de enriquecimento humano e institucional.

O Compromisso com o Futuro

Embora os avanços desde 1991 sejam inegáveis, a efetivação do direito ao trabalho depende de um compromisso diário e permanente. Não basta abrir a vaga; é preciso garantir a permanência, o desenvolvimento de carreira e um clima organizacional acolhedor e livre de qualquer forma de discriminação.

Reconhecer, respeitar e valorizar as diferenças são os passos fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A verdadeira inclusão acontece quando todos, sem exceção, têm a oportunidade de exercer seus talentos e seus direitos com total dignidade.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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