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Operação conjunta da PM de MT e GO localiza faccionado foragido da Justiça

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Uma ação conjunta da Polícia Militar de Mato Grosso e a Polícia Militar de Goiás localizou um foragido da Justiça, por crime de homicídio, nesta quinta-feira (05.6), no município de Água Boa (630 km de Cuiabá).

Kayque Yuri Caetano Marques, de 28 anos, era integrante de uma facção criminosa e possuía registros criminais por homicídio, roubo, lesão corporal, estelionato, furto, ameaça e desacato.

Conforme informações do boletim de ocorrência, policiais militares do 16º Batalhão, receberam informações dos agentes de Goiás, de que o suspeito por crime de homicídio, no município de Jussara, em Goiás, estaria escondido em uma zona rural de Água Boa, conhecida como Distrito da Serrinha.

Diante das informações, as equipes de segurança realizaram uma força tarefa com objetivo de deter o suspeito, considerado altamente perigoso e que tinha como função ser disciplina de uma facção criminosa. Os policiais militares localizaram a residência e abordaram a esposa do suspeito.

Ao perceber aproximação das equipes, Kayque correu para os fundos da casa. Na tentativa de fugir, ele foi encontrado na cozinha da residência e em seguida, realizou diversos disparos de arma de fogo contra os policiais, que revidaram à injusta agressão.

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Kayque foi baleado e socorrido pelos policiais até uma unidade de saúde, não entanto não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Com o suspeito, foram apreendidos um revólver calibre 38 e diversas munições. O armamento foi entregue à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil autua homem em flagrante por homofobia, ameaça e perseguição em Cuiabá

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Um homem que vinha ameaçando de morte e perseguindo um vizinho, em razão da sua orientação sexual, foi preso em flagrante em uma ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar, na noite de domingo (8.6), em Cuiabá.

O suspeito, de 39 anos, foi conduzido à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde, após ser interrogado, foi autuado em flagrante pelos crimes de ameaça, perseguição e homofobia.

A prisão ocorreu após a equipe da Polícia Militar ser acionada para atendimento de uma denúncia no bairro CPA III. No local, a vítima relatou que vinha sofrendo, há vários dias, ameaças de morte e ofensas motivadas por sua orientação sexual, além de atos de intimidação praticados pelo suspeito.

Segundo as informações apuradas, além de proferir expressões pejorativas de cunho homofóbico, o investigado chegou a impedir a saída da vítima da residência, intensificando o temor por sua integridade física. A vítima informou ainda possuir gravações em áudio contendo as ameaças feitas pelo vizinho.

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Diante da situação de flagrante, o suspeito foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde em análise dos fatos, o delegado Vinicius de Assis Nazário entendeu que a conduta não se restringia aos crimes de ameaça e perseguição, sendo caracterizada também a prática de discriminação em razão da orientação sexual da vítima, configurando o crime previsto no artigo 2º-A da Lei nº 7.716/89.

“Conforme entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), atos de homofobia e transfobia são equiparados ao crime de racismo, em razão da omissão legislativa, sendo aplicadas as disposições da Lei de Racismo (Lei nº 7.716/89)”, explicou o delegado.

Diante dos elementos colhidos, o delegado lavrou a prisão em flagrante do suspeito pelos crimes de homofobia, ameaça e perseguição, todos em concurso material. Em razão da soma das penas máximas previstas para os delitos ultrapassarem o limite legal para arbitramento de fiança, o investigado permaneceu preso, sendo colocado à disposição da Justiça.

O delegado destacou que a Polícia Civil de Mato Grosso tem atuado de forma firme no enfrentamento aos crimes motivados por preconceito e discriminação.

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“A discriminação em razão da orientação sexual da vítima torna a conduta mais grave e não pode ser tratada como simples injúria. A Polícia Civil está atenta para garantir a correta tipificação desses crimes e assegurar a proteção das vítimas”, ressaltou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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