Mato Grosso

Operação Fraude Vital cumpre mandados contra criminosos que aplicaram golpes em familiares de pacientes em Sorriso

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A Delegacia da Polícia Civil de Sorriso deflagrou, nesta terça-feira (05.11), a Operação Fraude Vital para desarticular uma organização criminosa envolvida em estelionato contra vítimas no município.

Foram decretados 8 mandados de prisão e de buscas, sendo cumpridas duas prisões e quatro buscas em Rondonópolis. Dois alvos da operação estão foragidos.

A investigação identificou que os criminosos residem em Rondonópolis e estavam aplicando golpes contra familiares de pacientes internados em hospitais de Sorriso.

A investigação da Delegacia de Sorriso teve início após diversas vítimas, que tinham familiares internados em hospitais de Sorriso, procurarem a Polícia Civil e denunciar que estavam sendo alvos de golpistas.

Conforme a apuração, o estelionatário se passava por um médico e entrava em contato com a família das vítimas solicitando valores, alegando que deveria custear tratamentos ou cirurgias urgentes. Desesperadas e temendo uma piora no estado de saúde de seus familiares, as vítimas faziam os depósitos via Pix nas contas dos falsos médicos. Somente depois de fazer as transferências, as vítimas percebiam que se tratava de um golpe.

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Durante o cumprimento dos mandados de buscas em Rondonópolis, a companheira de um dos integrantes do grupo criminosa foi presa em flagrante pelo crime de furto de energia elétrica.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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