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Operação Páscoa Segura 2026: MJSP e MAPA determinam a remoção de 2 mil anúncios de produtos piratas típicos de Páscoa

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Brasília, 3/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), por meio da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), deflagraram nesta semana a Operação Páscoa Segura 2026. A iniciativa interministerial determinou a remoção de aproximadamente 2 mil anúncios de produtos agropecuários irregulares em plataformas como o Mercado Livre, a Shopee e a Amazon.

Com foco no período da Semana Santa, a ação reforça o monitoramento do comércio eletrônico de produtos agropecuários, priorizando a retirada de anúncios irregulares de itens cujo consumo aumenta nesse período.

Inserida na Operação Ronda Agro Ciber III do MAPA, a medida consolida a fiscalização digital como instrumento estratégico de defesa agropecuária, em conjunto com a defesa do consumidor, com uso intensivo de análise de dados por meio do módulo e-Monitora do Programa de Monitoramento do Trânsito e Comércio Irregular de Produtos Agropecuários, um dos pilares do Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteiras).

Durante a ação, foram identificados dois mil anúncios irregulares envolvendo produtos de alta demanda sazonal, para os quais foi determinada a remoção, com destaque para:

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* Bacalhau: foram constatadas fraudes relacionadas à substituição por espécies não autorizadas.

* Azeite de oliva: verificou-se a comercialização de produtos por estabelecimentos não registrados, bem como a oferta de azeites adulterados ou importados de forma irregular, sem garantia de qualidade e conformidade com os padrões oficiais, incluindo marcas que se encontram na lista de produtos impróprios para consumo divulgadas no site do MAPA (www.gov.br/agricultura).

* Vinho e chopp de vinho: também foi identificada a venda de bebidas que não possuem regulamentação ou registro junto aos órgãos competentes, incluindo produtos artesanais e importados sem controle sanitário ou fiscalização adequada, configurando risco direto ao consumidor.

Os anúncios também apresentam o uso recorrente de descrições enganosas e tentativas de mascarar a origem e a composição dos produtos agropecuários ofertados em plataformas digitais.

“Recebemos a denúncia do Ministério da Agricultura e Pecuária no Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), vinculado à Senacon, e, em articulação com o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), em tempo recorde, conseguimos determinar, às vésperas da Páscoa, a remoção dos links de produtos alimentícios, notadamente irregulares. O fortalecimento da integração do MJSP com o MAPA é essencial para evitarmos que alimentos piratas gerem crises sanitárias. O combate à pirataria precisa ser cada vez mais focado no ambiente digital, pois nele o consumidor tem ainda menos elementos para diferenciar o produto verdadeiro do falsificado”, afirmou André Avrichir, secretário-executivo do CNCP.

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Atuação interinstitucional

Estima-se que o comércio eletrônico no Brasil deve movimentar cerca de US$ 400 bilhões em 2026, tornando-se um ambiente crítico para a proliferação de produtos piratas e clandestinos.

“A integração com o Ministério da Justiça, via CNCP, é estratégica para alcançarmos a velocidade que o ambiente digital exige. Não se trata apenas de fiscalização administrativa, mas de coibir crimes contra as relações de consumo e a saúde pública”, afirmou o Secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart.

Orientações ao Consumidor

O MJSP reforça que o consumidor deve desconfiar de preços excessivamente abaixo do mercado e verificar se o produto possui os registros oficiais (como o selo do SIF ou Número de Registro no MAPA). A preservação dos dados dos vendedores irregulares foi solicitada às plataformas para que as autoridades possam prosseguir com a responsabilização civil e criminal dos envolvidos.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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CAIS Juventudes chega ao Rio Grande do Norte

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Natal, 29/5/2026 – A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), inaugurou, nesta sexta-feira (29), o Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social (CAIS) Juventudes no Rio Grande do Norte, em parceria com o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). 

A iniciativa busca fortalecer ações voltadas às juventudes, com foco em participação social, garantia de direitos, formação cidadã, inclusão produtiva e promoção da cultura de paz. 

O evento contou com a presença da secretária Nacional de Juventude, Vitória Genuino, da Secretaria-Geral da Presidência, e do diretor de Respostas Integradas para Mitigação dos Riscos do Uso Problemático de Álcool e Outras Drogas, Leonardo Pinho. “É muito potente ver essa rede se fortalecendo em todo o País e, especialmente, acompanhar a chegada da terceira unidade ao Rio Grande do Norte. Esse avanço representa mais acesso a direitos, mais oportunidades e, principalmente, o reconhecimento do protagonismo das juventudes na construção de caminhos de inclusão social, cultural e produtiva”, afirmou o diretor. 

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A programação teve início no Auditório da Governadoria, no Centro Administrativo do Estado, com mesa institucional de abertura. Em seguida, foi realizado o painel “A importância das políticas públicas de juventude na garantia de direitos e participação social”, no miniauditório da Escola de Governo, além de visita à Casa da Juventude. 

Esta é a terceira unidade do CAIS Juventudes inaugurada no mês de maio. As duas primeiras foram lançadas no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre e região metropolitana, com investimento de R$ 4 milhões voltado ao fortalecimento de ações de formação, acolhimento, cidadania e geração de oportunidades para jovens nos territórios. 

A proposta integra prevenção, cultura, convivência, formação e inclusão social, reconhecendo as juventudes como protagonistas na construção de projetos de vida e no fortalecimento das comunidades. 

A ação é resultado de parceria entre a Senad/MJSP, o IFRN, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte e a Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República. 

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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