Tecnologia

Painel discute resultados e perspectivas para o Mais Ciência na Escola

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O Encontro Nacional de Popularização da Ciência sediou nesta quarta-feira (3), em Brasília (DF), o painel Articulação Institucional e Perspectivas do Programa Mais Ciência na Escola.  A política pública leva para escolas de todo o País laboratórios maker, de ciência mão na massa, e é uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).  

Com a presença dos coordenadores estaduais do Mais Ciência na Escola, os participantes do painel discutiram as perspectivas do programa e trouxeram um balanço com os resultados da iniciativa. Para a diretora de Popularização da Ciência, Tecnologia e Educação Científica do MCTI, Juana Nunes, há um desafio de todo o País em melhorar a qualidade da educação, o que só será alcançado com a união de esforços entre os governos federal, estaduais e municipais.

“Nossa parceria com o MEC tem uma dimensão estratégica. Precisamos dar as mãos para enfrentar o desafio de ofertar educação de qualidade, e essa é uma missão de todo o governo”, disse.

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A diretora também ressaltou o anúncio feito pela ministra Luciana Santos a respeito do lançamento, em 2026, do edital de apoio à criação das Redes Estaduais de Popularização da Ciência. O objetivo será reforçar iniciativas como feiras e clubes de ciência nas escolas e olimpíadas científicas.
Segundo a diretora de Apoio à Gestão Educacional do MEC, Anita Stefani, os objetivos do Ciência na Escola estão alinhados às iniciativas da pasta voltadas à educação científica, letramento digital e ensino em tempo integral.

“A ciência, tecnologia e inovação são elementos centrais para o desenvolvimento do País. Precisamos fomentar isso na educação básica. Por isso, o trabalho de vocês é importante”, disse aos coordenadores do programa.  A diretora também citou o potencial de crescimento do Mais Ciência na Escola a partir de 2026, quando entra em vigor a obrigatoriedade do tema Educação Digital e Midiática no currículo escolar.

Mais Ciência na Escola

O Mais Ciência na Escola é uma parceria do MCTI, MEC e CNPq. Com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), o programa chega a 2 mil escolas no País com investimento de R$ 200 milhões. A iniciativa promove a implementação de laboratórios maker aliados a planos de atividades, formação de professores e bolsas para educadores e estudantes, promovendo a parceria entre escolas e instituições científicas e tecnológicas (ICTs).

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Tecnologia

Estão abertas inscrições para processo seletivo de bolsas de mestrado e doutorado em tecnologia espacial na China

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A Agência Espacial Brasileira (AEB) abriu pré-seleção de candidatos brasileiros a serem indicados aos programas internacionais de mestrado ou doutorado na Beihang University, na China, com início previsto para setembro de 2026. Os interessados têm até 31 de janeiro para se inscrever.

As áreas contempladas pelo Master Program on Space Technology Applicatons e pelo Doctoral Program on Space Technology Applicatons são:

  • Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informações Geográficas
  • Sistemas Globais de Navegação por Satélite
  • Tecnologias de Microssatélites
  • Gestão de Projetos Espaciais

Os interessados serão pré-selecionados pela AEB. A seleção final será feita pela Beihang University e pelo Centro Regional de Educação em Ciência e Tecnologia Espacial na Ásia e no Pacífico. Os candidatos classificados serão responsáveis pelo custeio dos bilhetes de passagem de ida e volta à China.

A coordenadora de Desenvolvimento de Competências e Tecnologia substituta da AEB, Danusa Pegoraro Szimanski, explica que esse é “um investimento estruturante, com impactos de médio e longo prazo, que reforça o papel do Brasil no cenário científico internacional e contribui para o avanço sustentável do setor espacial”.

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De acordo com a AEB, o potencial dessas bolsas está diretamente associado ao desenvolvimento de competências nacionais, ao aprimoramento da capacidade científica do País e ao fortalecimento de parcerias institucionais. Afinal, o processo, além de formar mão de obra capacitada no exterior, busca profissionalizar trabalhadores que retornam para aplicar os conhecimentos obtidos a favor do Brasil.

Mais informações

Os cursos têm duração estimada de 2 anos para o mestrado e de 4 anos para o doutorado. A lista de pré-selecionados será divulgada em 18 de fevereiro.

Veja a íntegra do edital de pré-seleção.

Informações oficiais, comunicados e atualizações do processo seletivo estarão no site da AEB. Dúvidas sobre o edital deverão ser enviadas exclusivamente para o e-mail: [email protected]. A AEB não fornecerá informações por telefone ou redes sociais.

Sobre a AEB

A Agência Espacial Brasileira, órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (Sindae), é uma autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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