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Paraná exporta carne de frango para 150 países e lidera presença brasileira no mercado internacional

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Paraná amplia presença global e exporta frango para 150 mercados

O Paraná consolidou em 2025 sua posição de destaque no comércio internacional de carne de frango ao alcançar 150 mercados compradores, o maior número entre os estados brasileiros exportadores do produto.

O desempenho coloca o estado à frente de importantes concorrentes no setor. No mesmo período:

  • Santa Catarina exportou para 138 mercados
  • Rio Grande do Sul atingiu 134 destinos
  • São Paulo enviou o produto para 119 países

Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e foram divulgados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social.

Exportações superam 2 milhões de toneladas em 2025

Além da ampla presença internacional, o Paraná também lidera o ranking nacional de exportações de carne de frango.

Em 2025, o estado enviou ao mercado externo 2,05 milhões de toneladas do produto, gerando US$ 3,53 bilhões em receita cambial.

O desempenho reforça a importância da cadeia avícola para a economia paranaense e para o agronegócio brasileiro.

Mercados compradores vão de grandes importadores a pequenas nações

A diversidade de destinos é uma das características marcantes das exportações paranaenses.

Entre os países que mais compraram carne de frango do estado estão grandes importadores, como:

  • Emirados Árabes Unidos
  • China
  • México
  • Japão
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Esses mercados chegaram a adquirir mais de 100 mil toneladas do produto.

Ao mesmo tempo, o frango produzido no Paraná também alcançou mercados menores. Um exemplo é Palau, país da Oceania com cerca de 18 mil habitantes, que importou menos de uma tonelada, mas ainda assim integra a lista de destinos.

Ranking dos principais compradores da carne de frango paranaense

De acordo com o levantamento do Ipardes, os principais mercados de destino das exportações paranaenses foram:

  • Emirados Árabes Unidos
  • China
  • México
  • Japão
  • Arábia Saudita
  • Coreia do Sul
  • Iraque
  • África do Sul
  • Kuwait
  • Omã
  • Chile
  • Filipinas
  • Holanda
  • Turquia
  • Catar
  • Iêmen
  • Líbia
  • Singapura
  • Gana
  • Jordânia

A presença em países tradicionais e em mercados mais distantes, como nações da África e da América Central, evidencia a capilaridade global da avicultura paranaense.

Produção halal amplia acesso ao mercado islâmico

Outro fator que fortalece as exportações do estado é a capacidade de produção de frango halal, sistema de abate que segue os preceitos religiosos islâmicos.

Essa certificação permite que a carne produzida no Paraná seja comercializada em diversos países do Oriente Médio e do Norte da África, regiões que representam mercados estratégicos para a avicultura brasileira.

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Paraná lidera produção de frangos no Brasil

O estado também se destaca na produção nacional de carne de aves.

De acordo com o Ipardes, o Paraná responde por cerca de 34% do abate de frangos no Brasil, liderando com ampla vantagem sobre outros estados produtores.

Somente nos três primeiros trimestres de 2025, foram abatidas 1,7 bilhão de aves, estabelecendo um novo recorde para o período.

Avicultura reforça posição do Paraná no agronegócio global

Para Jorge Callado, diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social, os números refletem a competitividade da produção agropecuária do estado.

Segundo ele, o desempenho da avicultura contribui para consolidar a imagem do Paraná como um importante fornecedor global de alimentos.

“Há comida paranaense nos quatro cantos do mundo. A carne de frango, que figura entre os principais produtos exportados pelo Paraná, é uma amostra da nossa qualidade e competitividade”, afirma.

O alcance internacional das exportações reforça o papel do estado como um dos principais protagonistas do agronegócio brasileiro no mercado mundial de proteínas animais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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