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Paraná investe R$ 3,5 bilhões em pavimentação rural e amplia logística do agronegócio em 262 cidades

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O Paraná avança na maior iniciativa de pavimentação rural da América do Sul com investimentos superiores a R$ 3,5 bilhões por meio do programa Estrada Boa. A ação do Governo do Estado já soma 443 convênios formalizados em 262 municípios paranaenses, com previsão de pavimentação de cerca de 2,6 mil quilômetros de estradas rurais.

Coordenado pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o programa tem como objetivo melhorar a infraestrutura logística do campo, facilitando o transporte da produção agropecuária, o acesso de comunidades rurais e a ligação entre cooperativas, agroindústrias e centros urbanos.

Estradas rurais impulsionam competitividade do agronegócio

O programa integra uma estratégia ampla de modernização da infraestrutura rural do Estado. Além da pavimentação, o planejamento inclui aquisição de maquinários, adequação de estradas vicinais e capacitação de operadores.

Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o Estrada Boa representa um modelo inovador de infraestrutura rural.

“O Estrada Boa é hoje o maior programa de asfalto rural da América do Sul. Transformamos estradas rurais em vias modernas, pavimentadas e sinalizadas, garantindo mais qualidade e segurança para o produtor”, afirmou.

O governador destacou ainda que o projeto acompanha a modernização das rodovias estaduais e das concessões rodoviárias em andamento no Paraná.

Pavimentação reduz perdas e melhora logística no campo

A melhoria da trafegabilidade impacta diretamente a competitividade do agronegócio paranaense, setor em que o Estado ocupa posição de destaque nacional na produção de grãos, proteína animal e pescado.

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De acordo com o governo estadual, a pavimentação reduz perdas no transporte de produtos perecíveis, melhora o deslocamento escolar, facilita atendimentos de emergência e fortalece o desenvolvimento regional.

O Paraná é líder nacional na produção de frangos, feijão e peixes, além de ocupar a segunda posição na produção de grãos e carne suína.

Municípios recebem obras milionárias de infraestrutura rural

Entre os maiores investimentos já formalizados pelo programa está o município de Nova Cantu, no Centro-Oeste do Estado, que receberá mais de R$ 40,5 milhões para pavimentação de 24,2 quilômetros da Estrada Ponte do Rio Tricolor, além de R$ 12,8 milhões destinados à Comunidade Santa Luzia.

Segundo o prefeito Airton Antonio Agnolin, a obra deve transformar a logística regional e reduzir significativamente as distâncias de deslocamento até Campo Mourão.

Outro destaque é Assis Chateaubriand, que teve formalizado convênio de R$ 30,3 milhões para pavimentação de 25,3 quilômetros da Estrada Rural São Pedro.

Para o prefeito Marcel Micheletto, o programa leva mais segurança, qualidade de vida e valorização das propriedades rurais.

Programa fortalece cadeias produtivas do interior

Municípios como Paranavaí, Nova Aurora, Engenheiro Beltrão, Marumbi e Honório Serpa também aparecem entre os beneficiados com projetos de grande porte.

Em Paranavaí, os investimentos contemplam obras estratégicas para o transporte da produção agropecuária, incluindo a Estrada Rota do Queijo, Estrada Ravi Duti e Estrada Cristo Rei.

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Já em Nova Aurora, conhecida como capital da tilápia no Oeste do Paraná, as obras atendem importantes corredores logísticos ligados às cadeias de frango, peixes e suínos.

Segundo o prefeito José Aparecido de Paula e Souza, a infraestrutura rural é fundamental para garantir competitividade ao produtor.

“O produtor faz sua parte dentro da propriedade. Cabe ao poder público garantir condições adequadas de logística e mobilidade”, destacou.

Governo amplia investimentos em infraestrutura do campo

O Estrada Boa integra a terceira etapa do planejamento estratégico do Governo do Paraná para o desenvolvimento das estradas rurais.

Além da pavimentação, o Estado já destinou R$ 1,7 bilhão para aquisição de maquinários por 397 municípios e oito consórcios intermunicipais, fortalecendo ações de terraplanagem, conservação de vias rurais e manejo do solo.

Outra frente é o programa Patrulheiros da Sustentabilidade, voltado à capacitação de 3 mil operadores de máquinas pesadas utilizadas em obras de infraestrutura no campo.

Com a ampliação das estradas pavimentadas, o governo busca garantir maior eficiência logística, segurança no transporte rural e melhores condições de mobilidade para produtores e comunidades do interior paranaense.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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