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Paraná projeta colheita de 21,96 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26

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Safra de soja no Paraná deve superar 21 milhões de toneladas

O Paraná deve colher 21,96 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

A área estimada para o cultivo é de 5,77 milhões de hectares, com 71% já plantados, refletindo o bom andamento das atividades no campo devido às condições climáticas favoráveis e à boa umidade do solo, conforme informam os analistas do Deral.

Condição das lavouras é majoritariamente positiva

Do total de lavouras implantadas, 97% apresentam boas condições, enquanto 3% estão em situação mediana, indicando forte potencial produtivo para a safra paranaense.

Cenário nacional da soja também é positivo

No panorama nacional, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou sua primeira estimativa para a safra 2025/26, apontando que o Brasil deve colher cerca de 177,64 milhões de toneladas de soja, considerando condições climáticas normais.

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O número representa um crescimento de 3,6% em relação ao ciclo anterior, reforçando a tendência de expansão da produção brasileira de soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de cana no Centro-Sul atinge 9,17 milhões de hectares

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A área de cana-de-açúcar disponível para colheita no Centro-Sul do Brasil atingiu 9,17 milhões de hectares na safra 2026/27. O número representa uma expansão de 3,1% em comparação aos 8,9 milhões de hectares do ciclo anterior, consolidando um movimento de crescimento monitorado por imagens de satélite e geotecnologia. O dado é acompanhado por uma reconfiguração na lista dos principais polos produtores, influenciada diretamente pelo cronograma de renovação dos canaviais.

A mudança no ranking dos municípios que mais ofertam cana para colheita é reflexo direto do manejo das lavouras. Áreas que passam por reforma ficam temporariamente indisponíveis para o corte e retornam ao sistema após ganharem novo potencial produtivo. Esse ciclo de rotatividade explica a ascensão de Nova Alvorada do Sul (MS) à primeira colocação nacional e a entrada de Nova Andradina (MS) no grupo dos 12 maiores produtores da região, deslocando Guaíra (SP).

Apesar dessas variações locais, a concentração da atividade agrícola permanece estável. O bloco dos 12 municípios com maior extensão de cana disponível responde por cerca de 10,4% de toda a área mapeada no Centro-Sul, um patamar praticamente idêntico ao observado na temporada passada.

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Geografia da produção

A estrutura produtiva mantém uma forte centralização em quatro estados, que juntos somam 91% da área total:

  • São Paulo: 57,1% (5,24 milhões de hectares).

  • Goiás: 12,4%.

  • Minas Gerais: 12,2%.

  • Mato Grosso do Sul: 9,3%.

Embora São Paulo sustente a dominância no setor, Mato Grosso do Sul foi o estado com o maior incremento proporcional na área cultivada entre os dois ciclos, com alta de 0,3%. O desempenho reflete a força de polos como Rio Brilhante, Costa Rica e Ivinhema.

O monitoramento contínuo das áreas, segundo analistas do agronegócio, é essencial para compreender não apenas o volume disponível, mas as tendências de longo prazo na oferta de matéria-prima para o setor de biocombustíveis. A precisão na identificação de áreas em reforma versus áreas prontas para colheita permite antecipar oscilações de produtividade que impactam diretamente a cadeia de etanol e açúcar no país.

Fonte: Pensar Agro

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