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Parceria entre Agrobom e Cooxupé impulsiona liquidez e segurança para produtores rurais

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Aliança estratégica fortalece o agronegócio brasileiro

A Agrobom, empresa especializada em armazenagem e comercialização de grãos e cereais, firmou uma parceria estratégica com a Cooxupé, maior cooperativa de cafeicultores do mundo. O objetivo é oferecer mais segurança, liquidez e suporte técnico aos produtores rurais, ampliando as oportunidades de mercado e fortalecendo toda a cadeia produtiva do setor.

O acordo, anunciado no início de 2025, busca integrar a expertise da Agrobom na gestão e comercialização de cereais com a ampla rede de cooperados da Cooxupé, que inclui produtores de café e grãos.

“A combinação da nossa experiência com a força e credibilidade da Cooxupé trará valor significativo aos produtores, oferecendo mais segurança e liquidez para seus negócios”, destacou Marco Castelli, diretor comercial da Agrobom.

Sinergia entre armazenagem e cooperativismo

A união entre as empresas aproveita o melhor de cada operação. Enquanto a Agrobom é referência em infraestrutura de armazenagem e estratégias de comercialização, a Cooxupé se destaca por sua base sólida de produtores e ampla estrutura de suporte técnico.

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A cooperativa já fornece sementes, fertilizantes, defensivos e assistência técnica aos cooperados, e agora, com a Agrobom, oferece mais uma opção de comercialização para os agricultores. A expectativa é que essa integração contribua para otimizar o escoamento da produção e melhorar a rentabilidade dos produtores.

Resultados positivos e expansão prevista

Desde o anúncio da sociedade em janeiro de 2025, o atendimento aos produtores vem sendo ampliado em diversas regiões. Segundo as empresas, o feedback inicial tem sido extremamente positivo, com 100% de aprovação entre os agricultores atendidos.

A meta para os próximos meses é expandir a parceria, tanto em volume de comercialização quanto em serviços agregados, incluindo soluções de inteligência de mercado e novas estratégias logísticas.

Visão de futuro: tecnologia e valor agregado

Para a Agrobom, parcerias estratégicas como essa são essenciais para o crescimento sustentável do agronegócio. A empresa reforça que o foco está em incentivar a exportação de produtos com maior valor agregado, como farelo e proteína animal, em vez de apenas commodities in natura.

“Parcerias como a que firmamos com a Cooxupé são fundamentais para desenvolver tecnologia, inteligência de mercado e segurança para o produtor rural”, conclui Castelli.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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