Política Nacional

Parlamentares aprovam R$ 6,5 bi para renovação da frota nacional de caminhões

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Em reunião na tarde desta sexta-feira (19), o Congresso Nacional aprovou o PLN 32/2025, projeto de lei que libera um crédito especial de R$ 6,5 bilhões. A maior parte desses recursos devem bancar o programa federal de financiamento da renovação da frota de caminhões do país.

O projeto segue agora para a sanção da Presidência da República.

De acordo com o governo federal, desse valor total, R$ 6 bilhões serão destinados ao financiamento — tanto de pessoas físicas como jurídicas — para aquisição de caminhões novos ou seminovos para renovação da frota de caminhões. Isso estará sob a supervisão do Ministério da Fazenda.

Os outros R$ 500 mil, segundo o governo, irão para o Ministério da Defesa, como participação da União na Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), para serem utilizados na modernização do poder naval no âmbito do Programa Fragatas Classe “Tamandaré”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Dra. Eudócia defende piso nacional para médicos e dentistas

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (28), a senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) defendeu a valorização dos profissionais de saúde e manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC 2/2026) e ao projeto de lei (PL 1.365/2022) que tratam da criação do piso salarial nacional para médicos e cirurgiões-dentistas. Segundo a parlamentar, as iniciativas buscam corrigir distorções históricas e garantir dignidade remuneratória à categoria.

De acordo com a senadora, a PEC estabelece o direito ao piso em nível constitucional, enquanto o projeto de lei define parâmetros objetivos de remuneração e prevê reajustes anuais, além de melhorias nas condições de trabalho. Ela destacou que a valorização profissional é condição essencial para o funcionamento adequado do sistema de saúde.

— Não há sistema de saúde forte sem profissionais valorizados; não há política pública eficaz quando aqueles que estão na linha de frente enfrentam jornadas exaustivas, remuneração desigual e, muitas vezes, ausência de reconhecimento institucional — afirmou.

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A senadora também ressaltou a realidade enfrentada por profissionais em Alagoas e defendeu que a criação do piso contribui para reduzir desigualdades regionais e melhorar o atendimento à população.

— A instituição de um piso salarial nacional não é privilégio, é reconhecimento. Ao valorizar esses profissionais, fortalecemos o Sistema Único de Saúde e garantimos um atendimento mais digno, humano e resolutivo à população — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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