Mato Grosso

Pelo grande volume de chuvas, trecho da Miguel Sutil segue interditado até terça-feira (31)

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que a interdição próxima a Rua Boa Vista, na Avenida Miguel Sutil, será prorrogada por mais dois dias, até a próxima terça-feira (31.03).

A medida é necessária por conta dos volumes de chuva registrados em Cuiabá nesta semana, que praticamente inviabilizam os trabalhos no local por dois dias.

A interdição ocorre na pista de quem vem do Coxipó em direção à Rodoviária, no trecho entre a esquina da Yakao e a Rua Boa Vista, entre 8h30 e 16h30. Desta forma, o trânsito estará liberado nos horários de maior fluxo.

Estão sendo instaladas placas laterais e barreiras de concreto na trincheira da Rua Boa Vista. Essa operação exige utilização de máquinas na pista e o bloqueio é necessário para garantir a segurança do motorista.

Durante os horários de interdição, os motoristas que estão na Miguel Sutil deverão obrigatoriamente dobrar na esquina do Estacionamento da Yakao/Dias Advocacia para entrar Rua Couto Magalhães e depois na Rua da UPA do Jardim Leblon. De lá eles poderão seguir até a Estrada do Moinho, ou dobrar na primeira rua à esquerda (Rua Boa Esperança), para chegar na Rua Boa Vista.

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As obras do Complexo Leblon continuam também com a perfuração e instalação de tirantes da Trincheira da Rua Boa Vista e serviços no viaduto em frente da Todimo, incluindo execução do bloco das travessas e escavações.

BRT

As obras de implantação dos corredores do BRT também seguem em pelo menos quatro frentes. No trecho entre o viaduto da Sefaz e a Defensoria Pública são realizados serviços de drenagem, além de concretagem da ciclovia e calçadas do Parque Linear.

Já entre a Avenida Dom Bosco e a Avenida XV de Novembro está sendo feito o concreto da base da avenida. No trecho próximo ao Shopping Popular e na Avenida XV de Novembro, são executados serviços de drenagem.

Embora não haja interdição total em nenhum destes pontos, os motoristas devem ficar atentos para o fechamento de faixas, muitas vezes necessário para a operação de máquinas nas obras.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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