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Petrobras anuncia leve alta no preço do Querosene de Aviação para distribuidoras

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A Petrobras informou nesta quarta-feira (1º) que o preço médio de venda do Querosene de Aviação (QAV) para distribuidoras terá um aumento de 0,2% a partir de outubro. O reajuste equivale a R$ 0,01 por litro em relação ao preço praticado no mês anterior.

Redução no acumulado do ano

Apesar da alta mensal, o preço do QAV acumula queda de 3,7% em 2025, o que corresponde a uma redução de R$ 0,13 por litro quando comparado com dezembro de 2024.

Desde dezembro de 2022, a Petrobras destacou que houve uma redução total de 32% nos preços do querosene, o que equivale a uma diminuição de R$ 1,62 por litro. Considerando a inflação do período, a queda real chega a 39,9%.

Distribuição e comercialização do QAV

A Petrobras comercializa o QAV produzido em suas refinarias ou importado exclusivamente para as distribuidoras. Estas, por sua vez, são responsáveis pelo transporte e comercialização do produto para companhias aéreas, consumidores finais nos aeroportos e revendedores.

Além disso, distribuidoras e revendedores cuidam das instalações aeroportuárias e dos serviços de abastecimento das aeronaves, garantindo o fornecimento seguro e eficiente do combustível.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Projeto que moderniza regras da aquicultura avança na Câmara e recebe apoio do setor

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Setor avalia como positivo avanço de projeto na Câmara

A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) avaliou como positiva a aprovação do Projeto de Lei 4.162/2024 pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

A proposta tem como objetivo atualizar a legislação da aquicultura no Brasil, promovendo mudanças consideradas estratégicas para o desenvolvimento do setor.

Projeto diferencia modelos de produção e amplia segurança jurídica

Um dos principais pontos do texto é a diferenciação entre a aquicultura realizada em ambientes naturais e aquela desenvolvida em estruturas artificiais dentro de propriedades privadas.

Segundo a entidade, essa distinção traz mais clareza regulatória e segurança jurídica para os produtores, reduzindo incertezas e facilitando a operação das atividades aquícolas no país.

Fim de registros e licenças é destaque da proposta

O projeto também prevê a extinção do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) e da licença de aquicultor emitida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

De acordo com a PEIXE BR, essas exigências são consideradas burocráticas e não geram ganhos efetivos para a produção, tornando o processo mais oneroso e complexo para os produtores.

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Entidade critica aumento de exigências recentes

A associação destaca que a proposta ganha ainda mais relevância diante da Portaria Interministerial MPA/MAPA nº 5/2026.

A norma passou a exigir, além da nota fiscal e da Guia de Trânsito Animal (GTA), a apresentação da licença de aquicultor emitida pelo MPA, documento adicional à licença ambiental já obrigatória.

Para a PEIXE BR, essa duplicidade de exigências eleva custos operacionais e reduz a competitividade da piscicultura brasileira no mercado.

Medida pode reduzir entraves e estimular o setor

Na avaliação da entidade, o Projeto de Lei corrige distorções regulatórias e reduz entraves que impactam diretamente o produtor.

A expectativa é que as mudanças contribuam para um ambiente mais eficiente, com menos burocracia e maior estímulo à produção aquícola no Brasil.

Modernização do marco legal avança no Congresso

Com a aprovação na CCJC, a proposta avança na tramitação no Congresso Nacional e é considerada um passo importante para a modernização do marco legal da aquicultura.

O setor produtivo vê o projeto como uma oportunidade de fortalecer a competitividade, ampliar investimentos e impulsionar o crescimento sustentável da piscicultura no país.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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