Policia Federal

PF apura fraude em cota de gênero durante as eleições no Amapá

Publicado

Oiapoque/AP. Nesta quarta-feira (8/10), a Polícia Federal deflagrou a Operação Aletheia, com o objetivo de cumprir dois mandados de busca e apreensão para investigar possíveis fraudes relacionadas à cota de gênero feminina, por meio da prática dos crimes de falsificação e uso de documentos falsificados, previstos no Código Eleitoral.

As investigações tiveram início a partir de uma requisição da Justiça Eleitoral, que encaminhou documentação indicando irregularidades na comprovação do percentual mínimo de 30% de candidaturas femininas exigido por lei.

Durante a apuração, foi verificado que uma candidata teria sido registrada apenas para preencher formalmente a cota de gênero, apresentando inatividade total de campanha e alegando problemas graves de saúde. Para justificar sua ausência, foram utilizados documentos com indícios de falsificação, o que teria mascarado uma candidatura fictícia, caracterizando fraude à cota de gênero.

As cotas de gênero foram criadas para promover maior representatividade feminina na política, garantindo que partidos e coligações reservem ao menos 30% das candidaturas a mulheres. A fraude ocorre quando partidos registram “candidatas laranjas” — mulheres que não fazem campanha, não recebem recursos e têm votação inexpressiva — apenas para cumprir formalmente a exigência legal, desvirtuando a finalidade da norma e prejudicando a igualdade de gênero no cenário político.

Leia mais:  Polícia Federal, Receita Federal e Força Nacional prendem homem transportando 9 kg de entorpecentes

Caso as suspeitas sejam confirmadas, a legislação eleitoral prevê a cassação de toda a chapa, o que pode resultar na perda do mandato dos candidatos eleitos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

Fonte: Polícia Federal

Comentários Facebook
publicidade

Policia Federal

PF deflagra operação contra fraudes bancárias e lavagem de dinheiro em MS e SP

Publicado

Campo Grande/MS. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (21/5), a Operação Cyber Trap, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro.

Foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão, além de medidas de bloqueio patrimonial, nas cidades de Campo Grande/MS e Campo Limpo Paulista/SP.

A investigação teve início em 2023, após uma comunicação realizada pela Caixa Econômica Federal acerca da existência de um site especializado na comercialização de cartões bancários fraudados. A partir das informações encaminhadas à Polícia Federal, diligências investigativas permitiram a identificação do principal suspeito, inicialmente vinculado à cidade de Campo Grande/MS.

A investigação revelou outros integrantes do grupo criminoso, bem como um esquema de ocultação patrimonial que teria movimentado mais de R$ 120 milhões utilizando criptomoedas e empresas de fachada para dissimulação de valores ilícitos.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, veículos, joias, dinheiro em espécie, criptoativos, imóveis e outros bens relacionados aos fatos investigados.

Leia mais:  PF deflagra a segunda fase da Operação Trapiche

O projeto é estruturado a partir de Acordos de Cooperação Técnica firmados entre a Polícia Federal, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e diversas instituições financeiras e de pagamento.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
WhatsApp: 67 3303-5626
e-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana