Policia Federal

PF deflagra operação contra fraudes no aplicativo CAIXA TEM no RJ

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Niterói/RJ. Na manhã desta terça-feira, 15/4, a Polícia Federal deflagrou a Operação Farra Brasil 14, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa especializada em fraudes por meio do aplicativo CAIXA TEM.

Cerca de 80 policiais federais cumpriram 23 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, Macaé e Rio das Ostras. Além dos mandados, a Justiça Federal impôs medidas cautelares diversas da prisão para 16 investigados.

As investigações revelaram que o grupo criminoso em questão cooptava funcionários da Caixa Econômica e de Lotéricas, que recebiam propinas para viabilizar o acesso dos criminosos a contas sociais de terceiros por meio do aplicativo CAIXA TEM. A maior parte das vítimas é beneficiária de programas sociais do Governo Federal, mas as fraudes também atingem o FGTS e o Seguro Desemprego de trabalhadores, todos geridos por meio do aplicativo.

Desde a criação do CAIXA TEM, em abril de 2020, já foram registrados cerca de 749 mil processos de contestação, com o ressarcimento de cerca de 2 bilhões de reais por parte da Caixa Econômica Federal.

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As investigações tiveram o auxílio da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção a Fraude/DF (CEFRA) e da Corregedoria Regional/RJ, ambos órgãos da Caixa Econômica Federal.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado, corrupção ativa e passiva, além de inserção de dados falsos em sistemas de informação.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected] 
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF deflagra Operação Desmascarados contra crimes de abuso sexual infantojuvenil na internet

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Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (25/6), a Operação Desmascarados, com o objetivo de reprimir crimes de abuso sexual infantojuvenil praticados pela internet.

Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em 10 estados (AC, AL, AM, ES, GO, MG, PA, PE, RJ e SP) e no DF. A operação conta com o apoio da Polícia Civil do Estado de São Paulo, por intermédio da 4ª Delegacia de Polícia de Repressão à Pedofilia.

As investigações apontam que os suspeitos utilizavam perfis falsos em aplicativos de mensagens, passando-se por crianças e adolescentes para conquistar a confiança de vítimas menores de idade. A partir desse contato, induziam as vítimas a produzir e compartilhar imagens íntimas, que posteriormente eram disseminadas em grupos virtuais e em outros ambientes da internet.

Também foram identificados indícios de compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil e de troca de mensagens relacionadas à prática de crimes contra crianças e adolescentes, fatos que seguem sob apuração.

Os investigados poderão responder, conforme o caso, pelos crimes de armazenamento, produção e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil, aliciamento de crianças e adolescentes pela internet, estupro de vulnerável, associação criminosa e outros delitos eventualmente identificados no curso das investigações.

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A operação busca reunir elementos probatórios, identificar outros envolvidos e interromper a continuidade dos crimes investigados, contribuindo para a proteção de crianças e adolescentes.

Embora o termo ‘pornografia’ ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões ‘abuso sexual de crianças e adolescentes’ ou ‘violência sexual contra crianças e adolescentes’, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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