Policia Federal

PF e MPSP combatem grupo suspeito de lavar R$ 710 milhões obtidos em ataque cibernético

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Brasília/DF. A Polícia Federal e o CyberGaeco do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) deflagraram, na última quinta-feira (12/3), a Operação Cofre Digital, para cumprir três mandados de prisão temporária e cinco de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Paraná.

Os alvos da operação são suspeitos de integrar grupo criminoso responsável pela lavagem de valores oriundos de furto praticado em agosto de 2025, mediante ataque cibernético ao sistema de uma empresa provedora de serviços de tecnologia da informação que interliga instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), responsável por permitir transferências em tempo real entre as instituições participantes do PIX.

O crime resultou na subtração de mais de 710 milhões de reais de duas instituições financeiras.

Os elementos colhidos indicam que os investigados utilizaram empresas de fachada para a conversão do produto delitivo em criptomoedas, com o objetivo de distanciar o proveito do crime de sua origem, de dificultar o rastreamento dos valores e de viabilizar a transformação em ativos com fonte aparentemente legítima, para posterior reinserção na economia formal.

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As ordens judiciais foram expedidas pelo juízo das garantias da Vara Criminal Especializada em Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de São Paulo, que determinou ainda o bloqueio de bens e de valores de 4 pessoas físicas e 28 pessoas jurídicas até o limite de 28 milhões de reais para cada uma delas.

As investigações continuam e serão aprofundadas para a melhor compreensão da participação de outros integrantes da estrutura criminosa.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]
(61) 2024-8142

Fonte: Polícia Federal

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PF alerta para manutenção da regularidade do CRAF

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Brasília/DF. Para evitar riscos e para regularizar a documentação, é preciso renovar o registro, transferir a arma para terceiro (observados os requisitos legais em ambos os casos) ou, ainda, entregar voluntariamente a arma à Polícia Federal na campanha de desarmamento (com possibilidade de indenização, conforme regulamentação e disponibilidade).

Conforme o Decreto nº 11.615/2023, na hipótese de não renovação do CRAF antes do vencimento, o proprietário é notificado por meio eletrônico para que, no prazo de 60 dias, adote uma dessas providências. Caso o proprietário não se manifeste, será feita a apreensão imediata da arma, dos acessórios e das munições, além de outras consequências previstas na legislação, inclusive restrições administrativas enquanto perdurar a irregularidade.

Regularidade no cadastro

A Polícia Federal tem adotado medidas de saneamento e de atualização cadastral e destaca a relevância da cooperação dos cidadãos e de herdeiros na regularização, na transferência ou na entrega voluntária das armas de fogo. Procure uma unidade da PF mais próxima e evite riscos.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
[email protected]
(61) 2024-8142

Fonte: Polícia Federal

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