Mato Grosso

Pimenta assume a Fazenda com o compromisso de aumentar a arrecadação sem elevar impostos

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O governador Otaviano Pivetta anunciou nesta quarta-feira (01.4), durante coletiva à imprensa no Palácio Paiaguás, o fiscal de tributos Fábio Pimenta como novo secretário de Estado de Fazenda.

Ao anunciar o nome, o governador destacou o perfil técnico do novo secretário. Segundo ele, Pimenta é um “técnico, servidor de carreira do Estado de Mato Grosso, que se destacou ao longo dos últimos anos pela competência, seriedade, responsabilidade e honestidade”.

Pimenta assume o cargo com o compromisso de aumentar a arrecadação estadual sem promover aumento de impostos, com foco em justiça fiscal, controle de gastos e desenvolvimento econômico e social.

“Buscamos sempre garantir a receita do Estado, mas sem aumentar a carga tributária, com justiça fiscal e controle do gasto, promovendo o desenvolvimento econômico e social de Mato Grosso”, afirmou.

Esta é a segunda vez que o servidor público ocupa o comando da Secretaria de Fazenda. A última foi em 2022, quando permaneceu à frente da pasta por oito meses.

Ele substitui o procurador-geral do Estado, Rogério Gallo, que comandou a secretaria por quase oito anos. Até então, Pimenta atuava como secretário adjunto da Receita Pública Estadual.

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Perfil de Fábio Pimenta

Natural de Rondonópolis, Fábio Pimenta é graduado em Direito e Engenharia Civil, com pós-graduação nas áreas de Gestão Tributária, Gestão Pública e Direito Tributário. É servidor de carreira do fisco estadual, tendo ingressado na Secretaria de Fazenda em julho de 2004 como Agente de Tributos Estaduais e, no mesmo ano, tomou posse no cargo de Fiscal de Tributos Estaduais.

Já exerceu a função de secretário adjunto da Receita Pública e foi secretário de Fazenda no período de abril a novembro de 2022.

Ao longo da carreira, atuou em diversas áreas da Secretaria de Fazenda, entre elas as Gerências de Fiscalização Segmentada e de Planejamento da Prestação de Serviços. Também foi gerente de Comércio Exterior e Substituição Tributária, gerente de Controle de Comércio Exterior e chefiou as unidades de Relações Federativas Fiscais, a Executiva da Receita Pública e a Unidade de Política Tributária.

Fábio Pimenta também atuou como representante de Mato Grosso na Comissão Técnica Permanente do ICMS, do Conselho Nacional de Política Fazendária.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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