Tribunal de Justiça de MT

Plantio de árvores simboliza compromisso ambiental no encerramento do ReciclaJud em Várzea Grande

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O plantio de mudas de Pata-de-Vaca, Goiabeiras e Ipês brancos em frente ao Fórum de Várzea Grande marcou na tarde desta quarta-feira (17) o encerramento da competição ReciclaJud – edição Várzea Grande, uma iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso (TJMT) voltada à promoção da sustentabilidade, responsabilidade social e mudança de hábitos no ambiente institucional.

O ReciclaJud incentiva a coleta seletiva, a destinação correta de resíduos e o reaproveitamento de materiais recicláveis, mobilizando magistrados, servidores e colaboradores das unidades judiciárias. Além de reduzir impactos ambientais, a iniciativa fortalece a consciência coletiva e transforma boas práticas ambientais em ações permanentes. A execução e o acompanhamento da competição são realizados pelo Núcleo de Sustentabilidade do TJMT.

Ao longo da competição, o Foro de Várzea Grande arrecadou mais de quatro toneladas de materiais recicláveis, resultado do engajamento das equipes e do comprometimento com uma atuação institucional mais responsável e sustentável. O encerramento simbólico, com o plantio de árvores, reforçou a ideia de que pequenas atitudes geram impactos duradouros para o meio ambiente e para a sociedade.

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Presente na ação, o juiz Francisco Ney Gaíva, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, unidade que conquistou o segundo lugar na premiação ReciclaJud, destacou o envolvimento coletivo.

“Toda a ação foi fantástica, com grande participação da diretoria e das unidades judiciárias de Várzea Grande. Houve um incentivo constante entre os servidores. O plantio das árvores premia com mais uma ação em prol da natureza aqueles que contribuíram durante o ano para a proteção ambiental por meio da reciclagem e do reaproveitamento de materiais”, afirmou.

Para a gestora do Fórum de Várzea Grande, Luciana Tolovi, o reconhecimento obtido na competição teve papel decisivo no fortalecimento do espírito coletivo e no engajamento dos servidores. Segundo ela, a valorização das boas práticas funcionou como estímulo para ampliar a participação e consolidar uma cultura de responsabilidade socioambiental dentro da unidade.

Para Valéria Nogueira, responsável técnica do Núcleo de Apoio Judicial da 1ª Vara da Fazenda Pública, o ReciclaJud também cumpre um papel educativo. “É muito importante incentivar o contato com a natureza e motivar os servidores a estarem junto do Fórum, participando de ações que fortalecem a consciência ambiental”, destacou.

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A Justiça Comunitária de Várzea Grande conquistou o primeiro lugar na competição. A gestora Avair Rebeka de Souza comemorou a premiação e o simbolismo do plantio. “É uma satisfação enorme. Foi a primeira vez que ficamos em primeiro lugar. Plantar uma árvore é saber que ela vai crescer. Se eu não estiver aqui para ver, meus netos ou bisnetos verão. Isso é muito gratificante”, declarou.

Mais do que uma competição, o ReciclaJud consolida-se como uma política institucional de responsabilidade socioambiental, alinhando o Poder Judiciário à preservação do meio ambiente e à construção de uma cultura sustentável para as futuras gerações.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Expedição Justiça Sem Fronteiras marca recomeços com divórcio e casamento em Palmarito

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A 2ª edição da Expedição Justiça Sem Fronteiras transformou histórias e realizou sonhos na comunidade de Palmarito, em Vila Bela da Santíssima Trindade (594 km de Cuiabá).
Enquanto a dona de casa Juscilene Massaré, de 48 anos, conseguiu oficializar o divórcio que aguardava há dois anos, o casal Edalina Tomicha e Cornelho Neto deu entrada no casamento civil após cerca de 30 anos de convivência.
Promovida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT), por meio da Justiça Comunitária, a Expedição Justiça Sem Fronteiras leva serviços de cidadania, orientação jurídica e acesso à Justiça para comunidades localizadas na faixa de fronteira entre Brasil e Bolívia.
Um novo começo
Separada de fato há dois anos, Juscilene conta que desejava formalizar o divórcio desde o fim do relacionamento, mas as dificuldades financeiras e a rotina de trabalho impediram que ela buscasse a regularização. A solução veio por meio de uma audiência realizada por videoconferência. Embora o ex-marido não estivesse em Palmarito, ele participou do ato de forma remota e confirmou sua concordância com o divórcio.
“Assim que ele saiu de casa eu já queria resolver isso, mas não foi possível. Eu trabalhava muito, tinha meu filho menor para cuidar e não tinha condições de viajar. Eu ficava muito triste com essa situação. Então, conseguir resolver isso hoje é só felicidade”, afirmou.
A assessora de gabinete Juliana de Paula relata que a conciliação permitiu resolver rapidamente uma situação que poderia levar meses para ser concluída.
“Ela nos procurou informando que já estava separada de fato há dois anos e que o ex-cônjuge concordava com o divórcio. Como ele não estava presente, realizamos uma audiência por videoconferência com a participação do magistrado e do defensor público. Em menos de uma hora conseguimos resolver uma situação que poderia levar meses para ser concluída”, detalhou.
O sonho do casamento
Se para Juscilene o momento representou o encerramento de um ciclo, para Edalina Tomicha e Cornelho Neto simbolizou a realização de um sonho antigo. Moradores da comunidade, eles aproveitaram a passagem da expedição por Palmarito para dar entrada na habilitação do casamento civil.
“Nós somos moradores daqui e, quando ficamos sabendo dos atendimentos, viemos. Eu me sinto muito feliz. Faz muito tempo que ele fala sobre nos casarmos no civil”, contou Edalina.
“Eu amo minha mulher e quero casar com ela. Essa oficialização tem um valor muito grande para nós”, completou Cornelho.
A assessora jurídica da Defensoria Pública Patrícia Costa Campos explica que muitas pessoas deixam de formalizar a união por dificuldades financeiras ou pela distância dos serviços públicos. “Eles estão juntos há cerca de 30 anos, construíram uma família e uma história de vida na comunidade. Muitas vezes as pessoas não formalizam a união por falta de condições financeiras ou de acesso aos serviços. Para nós é uma alegria poder contribuir para que esse desejo seja realizado”, pontuou.

Próximas etapas
A programação da Expedição Justiça Sem Fronteiras segue para o distrito de Santa Clara de Monte Cristo, em Vila Bela da Santíssima Trindade, nos dias 14 e 15 de junho.
A última etapa será realizada no distrito de Vila Picada, em Porto Esperidião, nos dias 17 e 18 de junho.

Autor: Emily Magalhães

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Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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