Política Nacional

Plenário aprova homenagem pelos 52 anos da entidade dos Procuradores da República

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O Senado realizará uma sessão especial para celebrar os 52 anos de fundação da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). A iniciativa, do senador Weverton (PDT-MA), consta do Requerimento 654/2025 aprovado pelo Plenário nesta terça-feira (21). A sessão ainda será agendada. 

Fundada em 22 de setembro de 1973, a ANPR surgiu para afirmar a autonomia e a dignidade funcional do Ministério Público Federal (MPF). Em 1981, passou a ter caráter nacional, consolidando-se como uma das principais entidades representativas da carreira, de acordo com o senador.

“Durante cinco décadas, a ANPR tem desempenhado papel essencial na valorização da carreira de procurador da República, na defesa institucional dos seus membros e no fortalecimento do Ministério Público como defensor intransigente da ordem jurídica, do regime democrático e dos direitos fundamentais. Sua atuação ultrapassa a mera representação de classe: ela é agente ativa no aprimoramento das instituições, na elaboração de propostas legislativas, na produção de conhecimento jurídico e na defesa da Constituição”, avaliou Weverton.

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Equipes de Nossa Senhora

O Plenário do Senado também aprovou o requerimento para celebrar os 75 anos da Associação Internacional Privada de Fiéis Leigos “Equipes de Nossa Senhora”. A homenagem foi proposta pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), em reconhecimento à contribuição do movimento à espiritualidade conjugal católica. A sessão será agendada.

Fundada em Paris, em 25 de fevereiro de 1939, por inspiração do Padre Henri Caffarel, a associação reúne casais que buscam viver o matrimônio de forma cristã, segundo apontou o senador. Presente em 96 países e com cerca de 180 mil membros, o movimento chegou ao Brasil em maio de 1950, celebrando em 2025 seu jubileu de 75 anos de atuação no país.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Comissão aprova incentivos para provedores regionais de internet

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A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria medidas de estímulo para provedores regionais de internet, com foco na ampliação da conectividade em áreas remotas, rurais e de baixa atratividade econômica. O texto também institui o Programa Nacional de Incentivo aos Provedores Regionais.

O texto aprovado prevê prioridade de provedores regionais no acesso a crédito em bancos públicos e recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust); editais de apoio à implantação de redes em áreas remotas, rurais e de comunidades tradicionais; além de parcerias com o poder público para instalação de pontos gratuitos de internet em escolas, instituições públicas de saúde, bibliotecas e praças.

O colegiado aprovou o substitutivo do relator, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), ao Projeto de Lei 3211/25, do deputado Duda Ramos (MDB-RR). Em seu parecer, Ribeiro destacou que os provedores regionais já são responsáveis por mais de 63% das conexões de internet fixa nos lares brasileiros, mas a falta de apoio freia a expansão das redes.

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“As políticas públicas em vigor ainda não conferem o devido reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos provedores regionais para a redução da exclusão digital e das desigualdades regionais no acesso à internet”, reforçou o relator.

Ajuste no texto
Julio Cesar Ribeiro optou por adotar parcialmente as alterações (emendas) feitas pela Comissão de Integração Nacional ao texto original. O novo texto define provedor regional como a prestadora cujo grupo econômico tenha participação nacional inferior a 5% em cada mercado de varejo em que atua, de acordo com os critérios adotados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O texto aprovado também inclui a criação de grupo de monitoramento e de avaliação do programa. O comitê terá representantes do governo, da agência reguladora, de bancos e de provedores.

Por fim, o texto substituiu “universalização de serviços” pelo termo “massificação de acesso”. A justificativa foi que a universalização se aplica a serviços prestados em regime público, enquanto a internet funciona em um modelo de exploração por empresas de mercado.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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