Mato Grosso

PM prende homem e apreende adolescente com 160 porções de drogas

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Equipes do Esquadrão de Cavalaria de Nova Mutum prenderam um homem, de 18 anos, e apreenderam uma adolescente, de 17 anos, por associação para tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (28.10). Com a dupla de faccionados, foram apreendidos 160 porções de drogas entre cocaína e maconha.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais receberam informações sobre uma residência que seria ponto de venda de entorpecentes com grande movimentação de usuários de drogas.

Os militares se deslocaram até a localidade e viram o suspeito aparecendo na frente da casa, de modo suspeito. Diante da situação, foi iniciada a abordagem, momento em que o homem tentou fugir para dentro da casa, jogando no chão algumas porções de drogas.

Ele foi detido na sala da residência, onde estava com algumas porções de maconha. Em seguida, os policiais fizeram buscas no imóvel e encontraram mais porções da mesma droga e também de substância análoga a maconha.

Questionado sobre os entorpecentes, o homem confessou fazer a venda de drogas e que fazia o tráfico em conjunto com outras duas suspeitas, pertencentes a uma facção criminosa, que moravam em outra casa.

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Os policiais seguiram ao segundo endereço e localizaram a adolescente, que era uma das denunciadas. Nas buscas pela casa, foram encontradas 147 porções de cocaína e uma porção grande de maconha.

Os dois suspeitos localizados receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, e entregues à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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